Relação entre doenças autoimunes e risco cardiovascular: o papel da inflamação crônica
The relationship between autoimmune diseases and cardiovascular risk: the role of chronic inflammation
Fabiana Cristina Schabatoski Passos[1]
Giovanna Mantoani [2]
Luis Gustavo Almeida Aranha Camargo[3]
Professor e orientador Rogélio Rocha Barros[4]
Resumo
O estudo analisa a relação entre doenças autoimunes e o risco cardiovascular, destacando a inflamação crônica como principal mecanismo de ligação entre esses quadros. A pesquisa tem como objetivo identificar como processos imunológicos alterados contribuem para a disfunção endotelial e o desenvolvimento de complicações cardíacas. Para isso, utiliza uma revisão de literatura qualitativa baseada em artigos publicados entre 2021 e 2025 nas bases PubMed, Scielo, Lilacs e Web of Science. As publicações selecionadas demonstram que doenças como lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide e psoríase apresentam forte associação com maior incidência de aterosclerose, hipertensão e eventos cardiovasculares agudos. Observa-se que citocinas pró-inflamatórias, incluindo TNF-α, IL-6 e IL-1β, permanecem elevadas nesses pacientes, favorecendo estresse oxidativo, rigidez arterial e formação precoce de placas ateroscleróticas. A análise também evidencia que certos imunossupressores podem impactar negativamente parâmetros metabólicos, enquanto terapias biológicas demonstram potencial para reduzir a inflamação sistêmica e melhorar a função vascular. Além disso, medidas preventivas, como alimentação equilibrada, atividade física e acompanhamento multiprofissional, mostram-se fundamentais para minimizar complicações. Conclui-se que a inflamação crônica exerce papel central na interação entre doenças autoimunes e risco cardiovascular e que a identificação precoce de biomarcadores, aliada ao manejo terapêutico adequado, contribui significativamente para a prevenção de eventos cardiovasculares e para a melhoria do prognóstico desses pacientes.
Palavras-chave: Doenças autoimunes. Inflamação crônica. Risco cardiovascular. Biomarcadores inflamatórios. Aterosclerose.
Abstract
This study analyzes the relationship between autoimmune diseases and cardiovascular risk, highlighting chronic inflammation as the primary mechanism linking these conditions. The research aims to identify how altered immunological processes contribute to endothelial dysfunction and the development of cardiac complications. To this end, it employs a qualitative literature review based on articles published between 2021 and 2025 in the PubMed, Scielo, Lilacs, and Web of Science databases. The selected publications demonstrate that diseases such as systemic lupus erythematosus, rheumatoid arthritis, and psoriasis are strongly associated with a higher incidence of atherosclerosis, hypertension, and acute cardiovascular events. It is observed that pro-inflammatory cytokines, including TNF-α, IL-6, and IL-1β, remain elevated in these patients, promoting oxidative stress, arterial stiffness, and early formation of atherosclerotic plaques. The analysis also indicates that certain immunosuppressants may negatively affect metabolic parameters, whereas biological therapies show potential to reduce systemic inflammation and improve vascular function. Furthermore, preventive measures such as a balanced diet, physical activity, and multidisciplinary follow-up are essential to minimize complications. It is concluded that chronic inflammation plays a central role in the interaction between autoimmune diseases and cardiovascular risk, and that early identification of biomarkers, combined with appropriate therapeutic management, significantly contributes to the prevention of cardiovascular events and the improvement of prognosis in these patients.
Keywords: Autoimmune diseases. Chronic inflammation. Cardiovascular risk. Inflammatory biomarkers. Atherosclerosis.
1 INTRODUÇÃO
As doenças autoimunes têm sido amplamente investigadas devido ao impacto crescente que exercem sobre diferentes sistemas do organismo, especialmente o cardiovascular. Esses agravos caracterizam-se por uma resposta imunológica desregulada, na qual o próprio corpo desencadeia processos inflamatórios persistentes capazes de comprometer a integridade de tecidos e órgãos (Melo et al., 2025). Estudos recentes apontam que esse estado inflamatório contínuo constitui um dos principais fatores associados ao desenvolvimento de complicações cardiovasculares, como aterosclerose acelerada, hipertensão arterial e eventos trombóticos (Nunes et al., 2021; Capitani, 2024). Nesse contexto, compreender a interação entre inflamação crônica e risco cardiovascular tornou-se uma preocupação crescente na literatura científica, diante do aumento da prevalência das doenças autoimunes e da elevada morbimortalidade associada às complicações cardíacas.
Diversas pesquisas têm demonstrado que citocinas pró-inflamatórias, autoanticorpos e mecanismos de estresse oxidativo exercem papel central na disfunção endotelial presente nesses pacientes, contribuindo para alterações metabólicas e hemodinâmicas que favorecem o risco cardiovascular (Paula & Marioto, 2024; Andrade et al., 2024). Apesar dos avanços no entendimento fisiopatológico, persiste uma lacuna quanto à compreensão integrada dos fatores que intensificam essas complicações, especialmente no que se refere à influência dos tratamentos imunossupressores e à identificação precoce de biomarcadores de risco. Assim, o problema de pesquisa surge da necessidade de investigar de forma sistematizada como a inflamação crônica associada às doenças autoimunes contribui para o agravamento do risco cardiovascular, considerando sua relevância clínica, epidemiológica e social.
A realização deste estudo justifica-se pela importância de aprofundar o entendimento sobre os mecanismos que conectam esses processos patológicos, possibilitando aprimorar
estratégias terapêuticas e fortalecer ações preventivas que reduzam complicações cardiovasculares em indivíduos com doenças autoimunes. A relevância teórica está na consolidação de conhecimentos recentes sobre imunologia e inflamação crônica, enquanto a relevância prática reside na possibilidade de orientar condutas clínicas mais seguras e eficazes. Assim, o presente trabalho tem como objetivo analisar, por meio de revisão de literatura, a relação entre doenças autoimunes e o risco cardiovascular, com ênfase nos mecanismos inflamatórios subjacentes e suas implicações clínicas. Ao final, busca-se fornecer subsídios que contribuam para a compreensão integral desse fenômeno e para a construção de abordagens multidisciplinares de prevenção e cuidado.
Figura 1 - Inflamação crônica e lesão endotelial
Fonte: elaborado pelo autor (2025).
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
As doenças autoimunes representam um grupo heterogêneo de condições caracterizadas por uma resposta imunológica desregulada, na qual mecanismos fisiológicos de defesa passam a reconhecer estruturas próprias como alvos de ataque. Esse processo gera inflamação crônica persistente, que tem sido apontada como o principal elo entre essas doenças e o desenvolvimento de complicações cardiovasculares (Melo et al., 2025). A literatura destaca que o estado inflamatório contínuo é capaz de desencadear alterações
sistêmicas relevantes, afetando a função endotelial, a hemodinâmica e o equilíbrio metabólico (Alves, 2025).
Evidências acumuladas nas últimas décadas demonstram que pacientes com lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide e psoríase apresentam maior incidência de aterosclerose precoce, hipertensão arterial e eventos cardiovasculares maiores, quando comparados à população geral (Ferraz, 2024; Madeira et al., 2024). Esse risco aumentado tem sido associado à ação contínua de citocinas pró-inflamatórias, como TNF-α, IL-6 e IL-1β, que promovem estresse oxidativo, rigidez arterial e formação de placas ateroscleróticas instáveis (Jardim Filho, 2024). O acúmulo dessas alterações contribui para um cenário de lesão endotelial progressiva, redução da biodisponibilidade de óxido nítrico e maior predisposição a fenômenos trombóticos.
Além da inflamação sistêmica, a literatura destaca que autoanticorpos específicos — especialmente no lúpus — intensificam o dano vascular por meio da ativação do complemento e da formação de imunocomplexos, agravando a disfunção endotelial (Andrade et al., 2024). Do mesmo modo, condições inflamatórias crônicas menos evidentes, como periodontite e tireoidite autoimune, também têm sido associadas ao aumento do risco cardiovascular, reforçando a amplitude e complexidade do fenômeno (Nunes et al., 2021; Okusu et al., 2024).
Outro ponto central é o papel das terapias imunossupressoras e imunomoduladoras nesse contexto. Embora essenciais para o controle da atividade autoimune, agentes como glicocorticoides e inibidores de calcineurina podem induzir alterações metabólicas, como dislipidemia e resistência à insulina, potencializando o risco de eventos cardíacos (Campos Filho, 2024). Em contrapartida, terapias biológicas, especialmente bloqueadores de TNF-α, têm demonstrado resultados favoráveis, reduzindo inflamação sistêmica e contribuindo para a melhora da função endotelial (Ferraz et al., 2025).
Assim, o conjunto de estudos evidencia que a compreensão da relação entre doenças autoimunes e risco cardiovascular exige análise integrada de fatores imunológicos, inflamatórios, metabólicos e terapêuticos. Embora avanços relevantes tenham sido alcançados, permanece a necessidade de aprofundamento teórico, sobretudo para compreender a interação entre biomarcadores inflamatórios, medicamentos e manifestações clínicas, reforçando a pertinência e relevância da presente pesquisa.
3 METODOLOGIA
A pesquisa foi desenvolvida por meio de uma revisão de literatura de abordagem qualitativa, visando investigar a relação entre doenças autoimunes e risco cardiovascular, com foco nos mecanismos inflamatórios associados. O estudo teve como base artigos científicos publicados entre 2021 e 2025, selecionados em bases de dados reconhecidas, como PubMed, Scielo, Lilacs e Web of Science. Foram incluídos artigos completos que abordassem diretamente a temática proposta, contemplando mecanismos fisiopatológicos, biomarcadores inflamatórios, terapias imunomoduladoras e complicações cardiovasculares relacionadas às doenças autoimunes.
A população da pesquisa correspondeu ao conjunto de publicações científicas disponíveis sobre o tema, e a amostra, composta por estudos selecionados a partir dos critérios de inclusão e exclusão. Foram considerados apenas materiais com metodologia clara, relevância científica e alinhamento aos objetivos do trabalho. Publicações cujo foco se restringia a doenças cardiovasculares sem associação explícita à autoimunidade foram excluídas.
A coleta de dados ocorreu por meio de busca estruturada nas bases selecionadas, utilizando descritores como “doenças autoimunes”, “inflamação crônica”, “risco cardiovascular”, “citocinas inflamatórias” e “aterosclerose”. A análise dos estudos foi realizada por meio da técnica de análise de conteúdo, permitindo identificar convergências e divergências na literatura, bem como padrões fisiopatológicos, biomarcadores e estratégias terapêuticas relevantes ao tema. Foram respeitados os princípios éticos aplicáveis a estudos de revisão.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
4.1 ASSOCIAÇÃO ENTRE DOENÇAS AUTOIMUNES, INFLAMAÇÃO CRÔNICA E RISCO CARDIOVASCULAR
Os resultados demonstraram forte associação entre doenças autoimunes e aumento do risco cardiovascular, sustentada pela presença de inflamação crônica persistente e por
alterações metabólicas e imunológicas expressivas. Os mecanismos fisiopatológicos identificados alinham-se à elevação contínua de citocinas como TNF-α, IL-6 e IL-1β, responsáveis por amplificar a disfunção endotelial e promover a formação precoce de placas ateroscleróticas (Melo et al., 2025; Alves, 2025). A literatura indica redução da biodisponibilidade de óxido nítrico, maior rigidez arterial e estresse oxidativo como elementos centrais na progressão das complicações cardiovasculares.
A análise também evidenciou que o lúpus eritematoso sistêmico, a artrite reumatoide e a psoríase estão entre as doenças autoimunes com maior impacto cardiovascular. Pacientes com essas condições apresentaram níveis elevados de biomarcadores inflamatórios, correlacionados a infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e hipertensão arterial (Ferraz, 2024; Jardim Filho, 2024). Doenças menos frequentes, como tireoidite autoimune e periodontite, também demonstraram relevância clínica ao contribuírem para a disfunção endotelial (Nunes et al., 2021; Okusu et al., 2024).
Quanto às terapias, verificou-se que imunossupressores tradicionais podem agravar fatores metabólicos, enquanto terapias biológicas apresentam potencial benefício ao reduzir inflamação sistêmica. Além disso, intervenções não farmacológicas, como atividade física, dieta equilibrada e acompanhamento multidisciplinar, mostraram-se fundamentais na prevenção de eventos cardiovasculares. Esses achados reforçam a necessidade de abordagens integradas, que considerem a complexidade das interações entre imunidade, inflamação e metabolismo.
4.2 EVIDÊNCIAS DE INFLAMAÇÃO CRÔNICA NAS DOENÇAS AUTOIMUNES
Os estudos analisados demonstram que a inflamação crônica constitui o principal mecanismo fisiopatológico responsável pela ligação entre doenças autoimunes e risco cardiovascular. Observa-se aumento contínuo de citocinas pró-inflamatórias, como TNF-α, IL-6 e IL-1β, que intensificam o estresse oxidativo, promovem rigidez arterial e estimulam a formação de placas ateroscleróticas. Esses achados reforçam que a inflamação sistêmica persistente contribui diretamente para a disfunção endotelial, elemento central na gênese das complicações cardiovasculares.
4.3 COMPLICAÇÕES CARDIOVASCULARES ASSOCIADAS ÀS DOENÇAS AUTOIMUNES
A análise da literatura evidencia que lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide e psoríase são as doenças com maior impacto cardiovascular. Pacientes com essas enfermidades apresentam maior incidência de aterosclerose precoce, hipertensão arterial e eventos tromboembólicos. Os dados demonstram que a redução da biodisponibilidade de óxido nítrico e o aumento da rigidez arterial são consequências diretas do estado inflamatório prolongado, elevando consideravelmente o risco de infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral.
4.4 INFLUÊNCIA DAS TERAPIAS IMUNOSSUPRESSORAS E IMUNOBIOLÓGICAS
Os resultados revelam que alguns imunossupressores, especialmente glicocorticoides, podem induzir alterações metabólicas, como aumento da resistência à insulina, dislipidemia e elevação da pressão arterial, contribuindo para o risco cardiovascular. Em contrapartida, terapias biológicas, como bloqueadores de TNF-α, mostram potencial para reduzir a inflamação sistêmica e melhorar a função vascular. A literatura indica que a escolha terapêutica adequada pode influenciar diretamente o risco cardíaco desses pacientes.
4.5 ESTRATÉGIAS PREVENTIVAS E RECOMENDAÇÕES CLÍNICAS
Além das intervenções farmacológicas, os estudos destacam a importância de medidas não medicamentosas, como prática regular de atividade física, alimentação balanceada e monitoramento de biomarcadores inflamatórios. A abordagem multidisciplinar é apontada como essencial para reduzir a incidência de complicações cardiovasculares, reforçando que o manejo clínico deve integrar aspectos imunológicos, metabólicos e cardiovasculares.
5 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A pesquisa demonstra que a inflamação crônica constitui o principal elo entre doenças autoimunes e risco cardiovascular. Os resultados revelam que alterações imunológicas e metabólicas presentes nessas condições promovem disfunção endotelial, estresse oxidativo e formação precoce de placas ateroscleróticas, o que aumenta significativamente a probabilidade de eventos cardiovasculares graves. Verifica-se que o lúpus eritematoso sistêmico, a artrite reumatoide e a psoríase apresentam maior impacto nessa relação, reforçando a importância clínica do monitoramento de biomarcadores inflamatórios.
Os objetivos da pesquisa são atingidos ao evidenciar os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, identificar a associação entre biomarcadores e complicações cardiovasculares e destacar estratégias terapêuticas e preventivas capazes de reduzir o risco. A pesquisa contribui para ampliar a compreensão da interação entre autoimunidade e risco cardiovascular e oferece subsídios para práticas clínicas mais eficazes. Reconhece-se, no entanto, que novos estudos são necessários para aprofundar a análise dos efeitos das terapias imunomoduladoras e ampliar o entendimento sobre os marcadores de risco cardiovascular em pacientes autoimunes.
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Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA. e-mail: fabianaschabatoski25@gmail.com ↑
Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA. e-mail: medicinamantoani@gmail.com ↑
Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA. e-mail: lycosa2004@gmail.com ↑
Docente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA. Farmacêutico e mestrando em Políticas Públicas em Saúde (Vigilância em Saúde) pela Fiocruz - DF. e-mail: rogeliorochabarros@gmail.com ↑