A intervenção docente na produção textual no ensino médio: a perspectiva discente sobre o processo de aprendizagem

Teacher intervention in textual production in secondary education: the students’ perspective on the learning process

Jaqueline dos Santos Nascimento[1]

RESUMO

O objetivo deste artigo é verificar quais são as estratégias de correção textual mais eficientes a serem utilizadas pelo professor na correção de textos dissertativo-argumentativo a fim de ampliar a competência escritora dos alunos do Ensino Médio. Trata-se de uma pesquisa ação em que se busca refletir e analisar o uso de três estratégias de correção textual: i) indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelo professor; ii) indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos; iii) atendimento individual com o professor; a partir das considerações feitas pelos alunos por meio de respostas a um formulário virtual sobre as estratégias aplicadas. Os resultados da análise revelam que, das três estratégias de correção usadas pela professora, a estratégia de atendimento individual com o professor foi a que mais os alunos julgaram ter ajudado no desenvolvimento e ampliação da escrita. Esses resultados são relevantes, pois apontam caminhos alternativos para a correção de textos dissertativo-argumentativos auxiliando os professores de língua portuguesa.

PALAVRAS-CHAVE: Estratégias de correção. Texto Dissertativo-Argumentativo. Ensino Médio.

ABSTRACT

The aim of this article is to identify the most effective textual correction strategies to be employed by teachers in the assessment of argumentative essays in order to enhance the writing competence of high school students. This study is characterized as action research, seeking to reflect upon and analyze the use of three textual correction strategies: i) indication of errors on the board and correction performed by the teacher; ii) indication of errors on the board and correction performed by the students; iii) individual guidance sessions with the teacher, based on the students’ considerations expressed through responses to a virtual questionnaire regarding the applied strategies. The results of the analysis reveal that, among the three correction strategies used by the teacher, individual guidance sessions with the teacher were considered by the students as the most effective in contributing to the development and improvement of their writing skills. These findings are relevant because they suggest alternative approaches for correcting argumentative essays, thereby supporting Portuguese language teachers in their pedagogical practices.

Keywords: Correction Strategies; Argumentative Essay; High School Education.

INTRODUÇÃO

Cada época dispõe de metodologias e tecnologias que estimulam renovações e inovações, desse modo, é de extrema importância conhecer diversos aspectos da correção textual, por parte do professor, que impulsionam o aprendizado do aluno.

Segundo Veiga (2006, p.8), “as técnicas de ensino têm relações com certas competências socioafetivas mais complexas; incluem atitudes e disposições aos níveis mais elevados, como, por exemplo, a cooperação, a iniciativa, a responsabilidade, a autonomia.” Dessa forma, é preciso pensar, analisar e aplicar técnicas de ensino que desenvolvam tais competências. No que se refere às competências cognitivas, a autora acrescenta que “as técnicas de ensino devem propiciar os níveis mais complexos de habilidades intelectuais, como compreensão, aplicação, análise crítica, síntese, elaboração e avaliação.” (VEIGA, 2006, p.8). Considerando essa perspectiva, vale ressaltar a importância de analisar as técnicas de correção aplicadas à produção textual do Ensino Médio, uma vez que tais técnicas auxiliam no desenvolvimento da escrita de textos dissertativo-argumentativo, gênero exigido no ENEM.

Nesse sentido, o presente artigo busca refletir sobre algumas estratégias relativas à correção de texto dissertativo-argumentativo a fim de contribuir, de modo significativo, para produção textual satisfatória, assim como para o desenvolvimento de competências cognitivas.

O artigo enfatiza uma técnica bastante cobrada no Ensino Médio – correção do texto dissertativo-argumentativo –, porém pouco teorizada, analisada e discutida. Em virtude de serem vários os critérios analisados na correção do texto dissertativo-argumentativo, o professor-corretor se depara com indagações do tipo: como apontar as inadequações de modo a fazer o aluno reconhecer a inadequação e corrigi-la? Que tipo de estratégia utilizar? Como corrigir uma redação, de modo a levar o aluno ao desenvolvimento cognitivo? Tais questionamentos levaram a elaboração e aplicação de estratégias de correção distintas que serão aqui apresentadas, analisadas e discutidas com vistas a responder aos questionamentos e levar o aluno ao progresso significativo na aquisição da escrita.

  1. DIDÁTICA DE CORREÇÃO

Na obra “Como corrigir redações na escola: uma proposta textual-interativa”, Ruiz (2013) analisa a correção de textos de modo a apontar a relevância no que se refere ao tipo de estratégia utilizada pelo professor-corretor, além de comentar os resultados das várias espécies de correção e proceder a uma avaliação crítica dos tipos e dos resultados obtidos, revelando a correção como um gênero especial de discurso. Tal trabalho revela-se relevante no que se refere à orientação pelos caminhos da aquisição e desenvolvimento da escrita com vistas ao aprimoramento da expressão verbal.

Em uma linha semelhante, na tentativa de verificar quais são as metodologias mais adequadas a serem utilizadas pelo professor na correção de textos, BAZARIM, M. e DE SOUSA COLAÇO, J, no artigo Correção textual-interativa como um andaime para a ampliação da competência escritora dos alunos da educação básica (2022), analisam textos produzidos pelos alunos e corrigidos por uma professora de língua portuguesa. Na análise, os autores partem da concepção de correção como um texto e como uma forma de diálogo em que o aluno pode se apoiar durante a reescrita. Segundo os resultados obtidos na pesquisa, as três metodologias de correção mais utilizadas pela professora foram: a) resolutiva: o professor resolve os problemas encontrados na produção textual; b) classificatória: conta com planilhas de critérios – adequação ao tema, padrões de linguagem etc. –, além de símbolos colocados sobre o erro encontrado; c) textual-interativa: se dá com a inserção de comentários mais profundos no pós-texto. Das metodologias utilizadas, a textual-interativa foi a que desempenhou melhor o papel de andaime para ampliação da competência escritora do aluno. Segundo os autores, tal resultado aponta caminhos alternativos para a correção textual e colabora para um aprendizado satisfatório no que se refere à escrita.

A partir das pesquisas apresentadas, nota-se a necessidade de se refletir a respeito das metodologias de correção, assim como a necessidade de buscar o aperfeiçoamento metodológico diversificando as estratégias de correção textual.

De acordo com LIBÂNEO (1990),

“Os profissionais da educação precisam ter um pleno domínio das bases teóricas científicas e tecnológicas, e sua articulação com as exigências concretas do ensino, pois é através desse domínio que ele poderá estar revendo, analisando e aprimorando sua prática educativa” (LIBÂNEO, 1990, p.28).

Desse modo, observa-se que a teoria em si não é suficiente para uma prática pedagógica eficiente, pois é preciso que o professor reconheça a sua responsabilidade diante da construção do conhecimento do aluno e busque articular o conhecimento técnico com a prática efetiva de estratégias distintas e diversas daquelas elencadas pela tradição escolar.

RIBAS (2000 p. 62) afirma que “a prática pedagógica só se aperfeiçoa, por quem a realiza, [...] é na prática e na reflexão sobre ela que o professor consolida ou revê ações, encontra novas bases e descobre novos conhecimentos”. Assim, justifica-se a necessidade de se refletir e analisar a prática de correção textual, de modo a aperfeiçoar as estratégias pedagógicas e, como consequência, contribuir para a construção do conhecimento do aluno.

As estratégias de correção apresentadas neste trabalho correspondem à preocupação do docente em buscar soluções para problemas vivenciados nas aulas de produção textual em turmas do Ensino Médio. Dessa forma, a prática diversificada de três métodos de apontamento de problemas em textos dissertativo-argumentativos somada à correção individual com marcação no papel feita pelo professor consiste em uma investigação que busca apresentar estratégias de correção que sejam relevantes para a evolução da escrita de textos.

A seguir, apresentamos e descrevemos os tipos de estratégias de correção utilizadas.

Com o objetivo de tornar a escrita do texto dissertativo-argumentativo mais produtiva e, como consequência, o aprendizado mais eficaz, no ano de 2022, na turma do 2° ano do Ensino Médio do Colégio Santa Teresinha em Boquim/SE, foram trabalhadas 3 estratégias diferentes de apontamento de problemas na produção textual somada a correção individual com marcação no papel (apontamentos e/ou observações a respeito da escrita).

Ao observar que ao logo das produções textuais realizadas durante o 1° semestre os mesmos erros nas produções se mantinham, buscou-se fazer um trabalho de correção textual mais ativo no que se refere a participação dos alunos. Nessa perspectiva, surge o aluno ativo e participativo no ambiente escolar refletindo a concepção defendida pelos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs de que o aluno deve ser autônomo, isto é, deve desempenhar um papel ativo na construção da aprendizagem e na construção social do conhecimento.

Para alcançar o objetivo pretendido, somada à identificação de erros na produção, foram utilizados os seguintes tipos de estratégias de correção textual:

1- Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelo professor;

2- Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos;

3- Atendimento individual com o professor.

A seguir, seguem as descrições das estratégias utilizadas:

1- Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelo professor: nessa estratégia, o professor escreve na lousa as inadequações mais recorrentes nos textos dos alunos e as corrige, mostrando para a turma a forma adequada na situação apresentada e explicando o porquê de naquele contexto o adequado ser de tal forma.

2- Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos: nessa estratégia, o professor também escreve na lousa as inadequações mais recorrentes nos textos dos alunos, porém a correção fica por parte da turma. Os discentes, de forma espontânea, são convidados a participar. Cada aluno vai até a lousa, escolhe uma inadequação, corrige-a e explica a correção realizada para a turma, de modo que nessa interação, eles vão trocando conhecimentos. Caso haja alguma inadequação que não seja escolhida para a correção por parte dos discentes, o docente, ao final, esclarece o equívoco e aplica a correção.

3- Atendimento individual com o professor: esse procedimento estratégico exige mais tempo, pois o professor atende individualmente cada aluno apresentando comentários sobre a produção textual – destacando os pontos positivos e negativos. No que se refere aos pontos positivos, o professor mostra ao aluno o que contribuiu de modo significativo e positivo para a composição dos quesitos exigidos pela matriz de correção da redação. Já com relação aos pontos negativos, que também são destacados pelo docente, há o apontamento das inadequações encontradas e sugestões de possíveis alterações a serem realizadas para que o texto evolua. Ao final, o professor dá espaço ao discente para que tire qualquer dúvida referente à escrita de texto dissertativo-argumentativo (dúvidas sobre construção de argumentos, uso de conectivos, coesão, coerência, proposta de intervenção, gramática, ortografia, repertório argumentativo etc.), não há restrição quanto ao tipo de problema/dúvida a ser abordado nesse momento.

No final do ano letivo, após aplicação das três estratégias de correção, foi solicitado aos alunos que acessassem um link do google forms o qual daria acesso ao questionário avaliativo das estratégias utilizadas. O questionário foi composto por 6 questões: 5 questões subjetivas e 1 questão objetiva. Os alunos não foram obrigados a responder ao questionário, desse modo, nem todos contribuíram. Obtivemos um total de 14 respostas de uma turma de 16 alunos.

Apresentadas as estratégias utilizadas e descrita a obtenção dos dados – opinião, por parte dos alunos, no que se refere às estratégias aplicadas –, a seguir, vamos à análise dos dados obtidos a partir da aplicação do questionário aos alunos.

Nesta seção, apresentamos a análise e discussão dos dados obtidos a partir das respostas apresentadas pelos alunos da turma em que as estratégias foram aplicadas ao questionário virtual elaborado e aplicado via google forms.

O questionário é composto por 6 questões, as 3 primeiras perguntas referem-se à opinião do aluno no que concerne a cada uma das estratégias aplicadas:

Questão 1: O que você achou da estratégia "Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pela professora"?

Questão 2: O que você achou da estratégia " Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos "?

Questão 3: O que você achou da estratégia "Atendimento individual com a professora"?

No geral, as respostas dadas a essas questões revelam um posicionamento positivo no que se refere às estratégias aplicadas. Os discentes reconhecem que as estratégias possibilitam o aprendizado e os ajudam na evolução da escrita. Esse reconhecimento pode ser observado nas respostas destacadas a seguir:

Questão 1: O que você achou da estratégia "indicação dos erros na lousa e correção dos erros pela professora"?

Resposta: Acho uma ótima forma de tirar as dúvidas do que erramos, aprendendo também com os erros cometidos pelos demais colegas e tendo debates sobre o que foi usado equivocadamente.

Questão 2: O que você achou da estratégia " Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos "?

Resposta: Acho muito interessante, pertinente e didático, fazendo com que desperte no aluno o interesse em analisar o que pode estar errado, e assim, corrigi-lo.

Questão 3: O que você achou da estratégia "Atendimento individual com a professora"?

Resposta: Acho uma estratégia de correção excelente, o que possibilita sanar as dúvidas e erros cometidos naquela redação, através do feedback do professor, sabendo se atingiu o objetivo planejado ou não. Por ter também maior liberdade para tirar toda e qualquer dúvida, além de ter um tempo destinado somente a uma pessoa.

Observa-se, a partir das respostas apresentadas, que há um reconhecimento positivo, por parte do aluno, quanto ao avanço na escrita possibilitado pelas estratégias utilizadas.

A questão 4 era objetiva e solicitava que o estudante selecionasse a estratégia que ele acreditasse ter o ajudado de modo mais significativo na construção do conhecimento sobre a escrita do texto dissertativo-argumentativo. A estratégia que sobressaiu nas escolhas foi: Atendimento individual com a professora, com um percentual de 72% o que equivale a 10 escolhas. As estratégias: Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pela professora e Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos obtiveram o mesmo percentual de escolha, 14%, o equivalente a 2 escolhas para cada.

A seguir, apresentamos o gráfico ilustrativo das escolhas realizadas pelos alunos para a questão 4: Dentre as estratégias aplicadas, qual você acredita ter te ajudado mais na construção do conhecimento a respeito da escrita de texto dissertativo-argumentativo?

Gráfico 1: Escolha das estratégias segundo os alunos

A questão 5 é um complemento da questão 4, pois ela questiona a respeito da estratégia selecionada na quarta questão. Observe:

Questão 5: Por que você acha que a estratégia selecionada no item anterior te ajudou mais?

Segundo as justificativas de escolha da estratégia, pode-se observar que a estratégia mais escolhida “Atendimento individual com a professora”, justifica-se pelo fato de focar exclusivamente em um aluno e nas suas principais dificuldades de escrita, sendo assim, o discente sente-se mais à vontade e livre para tirar suas dúvidas.

A seguir, temos 2 respostas apresentadas à questão 5 pelos alunos que selecionaram a estratégia “Atendimento individual com a professora”:

Resposta 1: Porque muitas vezes os alunos podem ter vergonha ou receio de perguntar o que tem dúvida para a sala toda, e individualmente o professor vai focar naquilo que o aluno precisa de uma atenção a mais.

Resposta 2: Porque é um tempo destinado a uma só pessoa, o que traz uma certa liberdade ao tirar as dúvidas.

No que diz respeito às justificativas apresentadas para as estratégias “Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pela professora” e “Indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos”, o aluno reconhece a possibilidade de aprender, não somente com os próprios erros, mas também com os erros dos outros. Observe:

Resposta 1: Porque aprendemos em conjunto sobre os erros que cometemos e acaba que tem uma troca de conhecimentos.

Resposta 2: Por que talvez o mesmo erro que é meu pode ser o de outro aluno.

A sexta e última questão solicitava ao aluno sugestões de estratégias de correção para a indicação de inadequação em redações. Não houve sugestões, mas sim o reconhecimento da satisfatoriedade das estratégias aplicadas, como podemos observar nas seguintes respostas:

- As estratégias utilizadas já satisfazem aquilo que tenho dúvidas, sendo assim, formas objetivas, claras e bem esclarecedoras.

- Acho essas estratégias ótimas.

- Não tenho nenhuma sugestão.

Assim, a partir da análise realizada, observa-se que as estratégias de correção textual elaboradas e aplicadas surtiram efeitos positivos, pois levou ao progresso significativo na aquisição da escrita dos alunos.

  1. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste artigo, apresentamos três estratégias de correção textual: i) indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelo professor; ii) indicação dos erros na lousa e correção dos erros pelos alunos; iii) atendimento individual com o professor. Tais estratégias foram elaboradas pela professora e aplicadas em uma turma de 2° ano do Ensino Médio com o objetivo de contribuir, de modo significativo, para a produção textual satisfatória. Em seguida, analisamos os dados a respeito da eficiência das estratégias utilizadas, por meio de um questionário avaliativo das estratégias utilizadas aplicado de forma virtual. O questionário foi respondido pelos alunos da turma na qual as estratégias foram aplicadas.

A partir da análise realizada, observa-se um posicionamento positivo dos alunos a respeito das estratégias de correção aplicadas pela docente, uma vez que os discentes reconheceram um avanço da própria escrita.

No que se refere à escolha da melhor estratégia, a maioria dos alunos, 72%, optou pela estratégia atendimento individual com o professor, pois alegam que o professor, ao focar em apenas um aluno, pontua os desvios específicos, focando em problemáticas individuais, além de o aluno se sentir mais à vontade para tirar as dúvidas, devido ao fato da particularidade do atendimento.

Estes resultados auxiliam na seleção de estratégias de correção de textos dissertativo-argumentativo por parte do professor, assim como, permitem o aprimoramento de técnicas de correção textual que sejam satisfatórias e que impulsionem o aprendizado do aluno no que se refere à escrita.

  1. REFERÊNCIAS

BAZARIM, M.; DE SOUSA COLAÇO, J. Correção textual-interativa como um andaime para a ampliação da competência escritora dos alunos da educação básica. Educação: Teoria e Prática, v. 31, n. 64, p. e47[2021], 10 jan. 2022.

BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998.

LIBÂNEO, J. C. Pedagogos, para quê? São Paulo: Cortês, 1990.

RIBAS, Mariná Holzmann. Construindo a competência: processo de formação de professores. São Paulo: Olho d’Água, 2000.

RUIZ, Eliana Donaio. Como corrigir redações na escola: uma proposta textual-interativa. São Paulo: Contexto, 2013.

VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Papirus Editora, 2006.

  1. Graduada em Letras Português pela Universidade Federal de Sergipe.

    Mestra em Letras, Área de Concentração em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Sergipe.