Palavras-chave
Uso de medicamentos em gestantes
Complicações materno-fetais
Impacto das medicações em gestantes: uma revisão de literatura
Impact of medications on pregnant women: a literature review
Elizama da Luz Aires Pimenta[1]
Luana Santana da Silva[2]
Maria Fernanda Decarli de Assis[3]
Taynara Augusta Fernandes[4]
Resumo
O uso de medicamentos durante a gestação representa uma questão relevante para a saúde materno-fetal, uma vez que diversas substâncias possuem a capacidade de atravessar a barreira placentária e influenciar diretamente o desenvolvimento do feto. Nesse contexto, a utilização inadequada de medicamentos pode resultar em complicações como malformações congênitas, parto prematuro, baixo peso ao nascer e outros efeitos adversos. Diante dessa problemática, torna-se essencial compreender os impactos do uso de medicamentos durante o período gestacional e a importância do acompanhamento profissional. O presente estudo tem como objetivo analisar os impactos do uso de medicações durante a gestação e suas possíveis repercussões para a saúde da mãe e do feto. Trata-se de uma pesquisa de abordagem quali-quantitativa, de caráter descritivo e exploratório, fundamentada em revisão de literatura. A busca foi realizada em bases de dados científicas, considerando artigos publicados entre os anos de 2015 e 2025, nos idiomas português e inglês, sendo selecionados nove estudos para compor a análise. Os resultados evidenciaram que o uso de medicamentos durante a gravidez é frequente, porém muitos fármacos ainda apresentam limitações quanto às evidências de segurança para gestantes. Além disso, observou-se a ocorrência de automedicação e uso de plantas medicinais sem orientação profissional, fatores que podem aumentar os riscos ao desenvolvimento fetal. Destaca-se, portanto, a importância do acompanhamento pré-natal qualificado e da atuação da equipe de saúde, especialmente da enfermagem, na orientação das gestantes quanto ao uso seguro de medicamentos. Conclui-se que a prescrição e utilização de medicamentos durante a gestação devem ocorrer de forma criteriosa, considerando a avaliação do risco-benefício, a fim de garantir a segurança da mãe e do feto.
Palavras-chave: Gravidez. Uso de medicamentos em gestantes. Complicações materno-fetais.
Abstract
The use of medications during pregnancy represents an important issue for maternal and fetal health, since several substances are able to cross the placental barrier and directly affect fetal development. In this context, the inappropriate use of medications may result in complications such as congenital malformations, premature birth, low birth weight and other adverse effects. Therefore, understanding the impacts of medication use during pregnancy and the importance of professional monitoring is essential. This study aims to analyze the impacts of medication use during pregnancy and its possible repercussions for maternal and fetal health. This is a qualitative-quantitative study with a descriptive and exploratory approach, based on a literature review. The search was conducted in scientific databases considering articles published between 2015 and 2025 in Portuguese and English, and nine studies were selected for analysis. The results showed that medication use during pregnancy is frequent; however, many drugs still have limited evidence regarding safety for pregnant women. In addition, self-medication and the use of medicinal plants without professional guidance were identified, which may increase risks to fetal development. Thus, the importance of qualified prenatal care and the role of health professionals, especially nursing staff, in guiding pregnant women regarding the safe use of medications is highlighted. It is concluded that the prescription and use of medications during pregnancy should be carried out carefully, considering risk-benefit evaluation in order to ensure maternal and fetal safety.
Key-word: Pregnancy. Use of medications in pregnant women. Maternal-fetal complications.
Introdução
No decorrer da gravidez, o consumo de substâncias, sejam alimentos ou medicamentos, pode impactar de forma direta no desenvolvimento do feto. Muitos medicamentos e drogas penetram a placenta e podem afetar a saúde do feto. Essa ingesta pode resultar em malformações, defeitos congênitos, problemas com a saúde da placenta e riscos ao cumprimento do termo da gravidez (MSD Manuals, 2024; Brasil, 2021).
Tomar remédios durante esse período é uma questão muito sensível e que deve ser decidida de forma bem criteriosa e orientada. Isso porque a mulher grávida não pode deixar de tomar a medicação vital para a saúde a um risco potencial para o feto, um exemplo são os antiepilépticos (DAEs) porque esses medicamentos são fundamentais no controle das convulsões e na proteção da saúde da mulher, enquanto para o feto pode ter efeito teratogênico gerando inúmeras complicações (Albertini et al., 2023).
O risco de teratogenicidade é avaliado pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), encarregada de garantir a segurança e eficácia dos medicamentos, analisando os riscos e benefícios associados ao seu uso. Quando se trata de gravidez, esses perigos são ainda mais significativos, pois afetam tanto a saúde da mulher grávida quanto a do feto, podendo resultar em problemas congênitos e outros efeitos adversos. Por essa razão, o FDA classifica os medicamentos em cinco categorias: A, B, C, D e X, sendo a categoria X considerada de risco elevado durante a gravidez (Peixoto et al., 2024).
Portanto, os enfermeiros desempenham um papel crucial na educação das gestantes sobre cuidados pré-natais, incluindo a importância de consultas regulares, exames e vacinas e orientações sobre as medicações. Estudos mostram que gestantes que recebem orientação adequada tendem a ter melhores resultados de saúde e menos complicações fetais (Marques et al., 2023). Portanto, objetiva-se avaliar, por meio da literatura científica recente, o uso de medicamentos durante a gestação e suas possíveis repercussões para a saúde materna e fetal.
Método
Trata-se de um estudo de revisão de literatura de caráter descritivo, exploratório e com abordagem quali-quantitativa, realizado por meio da análise de produções científicas relacionadas ao uso de medicamentos durante a gestação e suas repercussões na saúde materno-fetal.
A busca bibliográfica foi realizada em bases de dados científicas amplamente utilizadas na área da saúde, incluindo PubMed, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), por reunirem relevantes publicações nacionais e internacionais sobre o tema.
Foram utilizados os descritores controlados e palavras-chave relacionados ao tema, tais como uso de medicamentos em gestantes e complicações materno-fetais, combinados entre si por meio do operador booleano AND.
Como critérios de inclusão foram considerados: artigos científicos completos disponíveis na íntegra; publicações nos idiomas português e inglês; estudos publicados no período de 2014 a 2026; pesquisas que abordassem o uso de medicamentos durante a gestação e seus possíveis impactos na saúde materna e fetal.
Foram excluídos da análise: artigos duplicados entre as bases de dados; publicações incompletas, resumos simples, editoriais, cartas ao leitor, teses e dissertações; estudos que não apresentavam relação direta com a temática proposta.
Inicialmente foi realizada a leitura dos títulos e resumos dos estudos identificados nas bases de dados, com o objetivo de verificar a adequação ao tema da pesquisa. Em seguida, os artigos potencialmente relevantes foram submetidos à leitura completa, permitindo a seleção daqueles que atendiam aos critérios estabelecidos.
Após essa etapa de triagem e análise criteriosa, foram selecionados 09 artigos científicos, considerados mais relevantes para a compreensão da temática. Posteriormente, realizou-se a extração, organização e análise dos dados, considerando informações como objetivo do estudo, tipo de pesquisa, principais medicamentos abordados e efeitos maternos e fetais descritos.
A análise dos resultados foi realizada de forma descritiva, buscando sintetizar as evidências encontradas na literatura e discutir os principais impactos relacionados ao uso de medicamentos durante o período gestacional.
Resultados e discussão
Os artigos selecionados foram analisados considerando informações como objetivo do estudo, tipo de pesquisa, principais medicamentos abordados e efeitos maternos e fetais descritos, permitindo uma compreensão mais ampla acerca dos impactos do uso de medicamentos durante a gestação. Esses dados foram organizados e sintetizados na Tabela 1, a qual apresenta as principais características dos estudos incluídos nesta revisão.
Esta análise evidenciou que o uso de medicamentos durante a gestação é uma prática relativamente frequente, seja para o tratamento de condições pré-existentes ou para intercorrências próprias do período gestacional. Entretanto, os resultados também apontam para a necessidade de avaliação criteriosa quanto à segurança farmacológica, uma vez que determinadas substâncias podem atravessar a barreira placentária e ocasionar possíveis repercussões para o desenvolvimento fetal e para a saúde materna.
Tabela 1 - Síntese dos estudos selecionados sobre uso de medicamentos durante a gestação e seus efeitos materno-fetais
Autor/Ano | Objetivo do estudo | Tipo de pesquisa | Principais medicamentos abordados | Efeitos maternos e fetais descritos |
|---|---|---|---|---|
De Castro et al. (2017) | Investigar a associação entre o uso de paracetamol durante a gestação e desfechos perinatais. | Estudo de coorte prospectivo com dados de 760 gestantes da coorte NISAMI. | Paracetamol (acetaminofeno). | O uso de paracetamol durante a gestação não apresentou associação estatisticamente significativa com parto prematuro ou recém-nascidos pequenos para a idade gestacional. Observou-se menor risco de baixo peso ao nascer entre gestantes expostas ao medicamento. |
Lupattelli et al. (2014) | Avaliar a prevalência e os padrões de uso de medicamentos prescritos e de venda livre durante a gestação em diferentes países. | Estudo observacional multicêntrico com aplicação de questionários a gestantes. | Analgésicos, antibióticos, antieméticos e medicamentos para doenças crônicas. | Elevada prevalência de uso de medicamentos durante a gestação, evidenciando a necessidade de avaliação cuidadosa de risco-benefício para evitar possíveis repercussões fetais. |
Mansour et al. (2024) | Analisar o padrão de uso de medicamentos prescritos durante a gestação em uma grande população de gestantes nos Estados Unidos. | Estudo observacional baseado em banco de dados com mais de 3 milhões de gestações. | Antieméticos (ondansetrona), antibióticos (amoxicilina, azitromicina), analgésicos e medicamentos para doenças crônicas. | Os medicamentos mais utilizados durante a gestação foram analgésicos, antibióticos e antieméticos, evidenciando alta prevalência de uso farmacológico e necessidade de mais estudos sobre segurança medicamentosa na gestação. |
Rommel et al. (2022) | Avaliar a associação entre o uso de antidepressivos durante a gestação e o risco de parto prematuro. | Estudo de coorte baseado em registros populacionais. | Antidepressivos, principalmente inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). | O uso de antidepressivos durante a gestação apresentou associação com aumento moderado do risco de parto prematuro, embora os autores ressaltem a influência de fatores maternos relacionados à depressão. |
Huybrechts et al. (2014) | Avaliar o risco de malformações congênitas associado ao uso de antidepressivos durante a gestação. | Estudo de coorte populacional baseado em registros de saúde. | Antidepressivos, principalmente inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). | Não foi observado aumento significativo de malformações congênitas maiores associado ao uso de ISRS após ajuste para fatores de confusão maternos. |
Bateman et al. (2017) | Investigar os efeitos do uso de anti-hipertensivos durante a gestação sobre desfechos maternos e neonatais. | Estudo de coorte retrospectivo baseado em registros hospitalares. | Anti-hipertensivos (metildopa, labetalol, nifedipina). | O tratamento da hipertensão durante a gestação mostrou associação com redução de complicações maternas, embora alguns estudos indiquem risco aumentado de restrição de crescimento fetal. |
Tain et al. (2025) | Investigar a associação entre exposição pré-natal a anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) e risco de doença renal crônica na infância. | Estudo de coorte populacional com análise de dados de saúde materno-infantil. | Anti-inflamatórios não esteroidais como ibuprofeno, diclofenaco, indometacina e cetorolaco. | A exposição a AINEs durante a gestação foi associada a maior risco de doença renal crônica na infância, embora análises comparativas entre irmãos indiquem possível influência de fatores genéticos e ambientais. |
Reefhuis et al. (2015) | Investigar a relação entre uso de medicamentos no primeiro trimestre e malformações congênitas específicas. | Estudo caso-controle baseado em registros de defeitos congênitos. | Analgésicos, anti-inflamatórios e descongestionantes. | Determinados fármacos utilizados no primeiro trimestre foram associados a defeitos estruturais específicos, ressaltando a importância da prescrição cautelosa nesse período. |
Rantala et al. (2022) | Avaliar os efeitos do uso de antibióticos durante a gravidez sobre desfechos neonatais. | Estudo de coorte retrospectivo baseado em bancos de dados populacionais. | Antibióticos, especialmente penicilinas e macrolídeos. | O uso de antibióticos foi frequente durante a gestação, porém a maioria dos medicamentos avaliados não apresentou associação significativa com malformações congênitas. |
Fonte: Autoras (2026).
O uso de medicamentos durante a gestação é um fenômeno frequente na prática clínica, principalmente devido à necessidade de tratamento de condições pré-existentes ou intercorrências que surgem durante o período gestacional. Nesse sentido, o estudo observacional conduzido por Lupattelli e colaboradores (2014) demonstrou elevada prevalência de uso de medicamentos entre gestantes em diferentes países, incluindo fármacos prescritos e de venda livre.
Entre os medicamentos mais frequentemente utilizados durante a gravidez, destacam-se os analgésicos, especialmente o paracetamol. O estudo de coorte prospectivo realizado por De Castro et al. (2017) avaliou a associação entre o uso de paracetamol durante a gestação e desfechos perinatais, não encontrando associação significativa com parto prematuro ou com recém-nascidos pequenos para a idade gestacional. Esses achados sugerem que, quando utilizado de forma adequada e sob orientação profissional, o paracetamol pode apresentar perfil de segurança relativamente favorável durante a gestação, embora seu uso ainda deva ser realizado com cautela.
Outro grupo de medicamentos frequentemente abordado na literatura refere-se aos antidepressivos, particularmente os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). O estudo de coorte populacional desenvolvido por Huybrechts et al. (2014) investigou a relação entre o uso de antidepressivos durante a gestação e o risco de malformações congênitas, não identificando aumento significativo no risco de malformações cardíacas após o controle de fatores de confusão maternos. Entretanto, os autores destacam que a decisão de manter ou interromper o tratamento antidepressivo durante a gestação deve considerar cuidadosamente a gravidade do transtorno materno e os possíveis riscos associados à suspensão da terapia.
Além disso, medicamentos utilizados para o controle de doenças crônicas também apresentam relevância no contexto da saúde materno-fetal. O estudo conduzido por Bateman e colaboradores (2017) analisou o uso de anti-hipertensivos durante a gestação e seus possíveis efeitos sobre desfechos maternos e neonatais. Os resultados indicaram que o tratamento adequado da hipertensão pode contribuir para a redução de complicações maternas graves, como pré-eclâmpsia e outras intercorrências hipertensivas. No entanto, os autores ressaltam que alguns medicamentos podem estar associados à restrição do crescimento fetal, reforçando a necessidade de monitoramento clínico contínuo.
Outro aspecto importante identificado nos estudos refere-se ao uso de antibióticos durante a gestação, frequentemente prescritos para o tratamento de infecções urinárias e outras condições infecciosas comuns nesse período. O estudo populacional realizado por Rantala et al. (2022) analisou a exposição materna a antibióticos e o risco de anomalias congênitas, observando que a maioria dos antibióticos avaliados não apresentou associação significativa com malformações fetais. Contudo, os autores destacam que a prescrição deve ser sempre criteriosa, especialmente durante o primeiro trimestre da gestação, período considerado crítico para o desenvolvimento embrionário.
Assim, os estudos analisados evidenciam que o uso de medicamentos na gestação deve ser conduzido com cautela, considerando sempre os possíveis riscos e benefícios para a mãe e para o feto. O acompanhamento pré-natal qualificado e a orientação adequada configuram-se como estratégias essenciais para a promoção da segurança materno-fetal.
Conclusão
Com base na análise dos estudos incluídos nesta revisão, observa-se que o uso de medicamentos durante a gestação é um fenômeno frequente e muitas vezes necessário para o manejo de condições clínicas maternas. Analgésicos, antibióticos, antidepressivos e anti-hipertensivos figuram entre os medicamentos mais utilizados nesse período, evidenciando a importância de se compreender seus possíveis efeitos sobre a saúde materna e o desenvolvimento fetal.
De modo geral, os estudos indicam que muitos medicamentos considerados essenciais no cuidado à saúde da gestante apresentam perfil de segurança relativamente favorável quando utilizados de forma adequada e sob acompanhamento profissional. No entanto, determinadas exposições medicamentosas podem estar associadas a riscos potenciais, como malformações congênitas, parto prematuro ou restrição do crescimento fetal, especialmente quando utilizadas sem orientação ou durante períodos críticos do desenvolvimento embriofetal.
Diante desse cenário, torna-se fundamental fortalecer as estratégias de orientação durante o pré-natal, promovendo o uso racional de medicamentos e a avaliação individualizada dos riscos e benefícios de cada tratamento. Além disso, destaca-se a necessidade de ampliar pesquisas sobre segurança farmacológica na gestação, contribuindo para a produção de evidências científicas que auxiliem profissionais de saúde na tomada de decisões clínicas e na promoção da saúde materno-fetal.
Referências
ALBERTINI, M. E. N.; FONTANINI, A. F.; FERREIRA, E. D. F. Possíveis efeitos teratogênicos de fármacos utilizados durante a gestação. Revista Faculdade de Tecnologia, n. 16, 2023.
BATEMAN, B. T.; PATORNO, E.; DESAI, R. J.; et al. Angiotensin-Converting Enzyme Inhibitors and the Risk of Congenital Malformations. Obstetrics & Gynecology, v. 129, n. 1, p. 174-184, 2017.
BRASIL. Ministério da Cidadania. Cartilha sobre efeitos e consequências do uso de drogas na gestação. Brasília, DF: Ministério da Cidadania, 2021.
DE CASTRO, C. T. ; PERREIRA, M.; DOS SANTOS, D. B.; Association between paracetamol use during pregnancy and perinatal outcomes: Prospective NISAMI cohort. PLOS ONE, v. 17, n. 4, e0267270, 2022.
HUYBRECHTS, K. F.; PALMSTEN, K.; AVORN, J.; et al. Antidepressant use in pregnancy and the risk of cardiac defects. New England Journal of Medicine, v. 370, n. 25, p. 2397-2407, 2014.
LUPATTELLI, A.; SPIGSET, O.; TWIGG, M. J.; et al. Medication use in pregnancy: a cross-sectional, multinational web-based study. BMJ Open, v. 4, n. 2, e004365, 2014.
MANSOUR, O.; RUSSO, R. G.; StTRAUB, L. et al. Prescription medication use during pregnancy in the United States from 2011 to 2020: trends and safety evidence. American Journal of Obstetrics and Gynecology, v. 231, n. 2, p. 250.e1-250.e16, 2024.
MARQUES, Anna Lívia Macedo; BATISTA, Ellen Rebeca Leite; ARAÚJO, Diego Igor Alves Fernandes de. Uso de medicamentos na gestação: uma revisão de literatura. 2023.
MSD MANUALS. Uso de medicamentos e entorpecentes durante a gravidez. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/fatosr%C3%A1pidosproblemas-de-sa%C3%BAde-feminina/uso-de-medicamentos-eentorpecentesdurante-a-gravidez/uso-de-medicamentos-e-entorpecentes-durante-agravidez. Acesso em: 23 ago. 2024.
PEIXOTO, M. O. B.; PEIXOTO, F. B.; CAVALCANTE, A. F.; COSTA, L. C. de A. Classificação de risco de medicamentos na gestação e implicações clínicas. Brazilian Journal of Health Review, v. 7, n. 3, p. 1-10, 2024.
RANTALA, A. K.; TAPIA, G.; MAGNUS, M. C.; et al. Maternal antibiotic use and infections during pregnancy and offspring asthma: the Norwegian Mother, Father and Child Cohort Study and a nationwide register cohort. European Journal of Epidemiology, v. 37, n. 9, p. 983-992, 2022.
REEFHUIS, J.; DEVINE, O.; FRIEDMAN, J. M.; et al. National Birth Defects Prevention Study. Specific SSRIs and birth defects: Bayesian analysis to interpret new data in the context of previous reports. BMJ, v. 351, h3190, 2015.
ROMMEL, A.S.; MOMEN, N. C.; MOLENAAR N. M.; et al. Antidepressant use during pregnancy and risk of adverse neonatal outcomes: A comprehensive investigation of previously identified associations. Acta Psychiatrica Scandinavica, v. 145, n. 6, p. 544-556, 2022.
TAIN, Y. L.; LI, l. C.; KUO, H. C. et al. Gestational Exposure to Nonsteroidal Anti-Inflammatory Drugs and Risk of Chronic Kidney Disease in Childhood. JAMA Pediatrics, v. 179, n. 2, p. 171-178, 2025.
Discente do Curso Superior de enfermagem do Instituto presidente Antonio Carlos Campus Porto Nacional ↑
Discente do Curso Superior de enfermagem do Instituto presidente Antonio Carlos Campus Porto Nacional ↑
Discente do Curso Superior de enfermagem do Instituto presidente Antonio Carlos Campus Porto Nacional ↑
Docente do Curso Superior de enfermagem do Instituto presidente Antonio Carlos Campus Porto Nacional ↑

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2026 Elizama da Luz Aires Pimenta, Luana Santana da Silva, Maria Fernanda Decarli de Assis, Taynara Augusta Fernandes (Autor)