Resumo
Introdução: o Brasil possui aproximadamente 22,1 milhões de indivíduos com 65 anos ou mais, o que corresponde a 10,9% da população. Esse número representa um aumento de 57,4% em comparação ao censo de 2010, evidenciando o crescimento significativo da população idosa e a consequente necessidade de maior atenção aos cuidados de saúde destinados a esse grupo etário. Objetivo: O presente estudo busca responder à seguinte pergunta norteadora: qual é o impacto do uso de próteses dentárias na saúde bucal e na qualidade de vida de pacientes idosos? Metodologia: consiste em uma revisão da literatura, cujo intuito é examinar a relevância da utilização de próteses dentárias para a saúde oral e o bem-estar dos indivíduos mais velhos. Resultados: Estudos demonstram que o uso de próteses dentárias está diretamente relacionado à melhora da função mastigatória, da estética e da autoestima, promovendo melhor qualidade de vida. Conclusão: O aumento da população idosa demanda mais cuidados com a saúde dos idosos, principalmente com a saúde bucal, que é frequentemente ignorada. O edentulismo afeta negativamente funções básicas, autoestima e qualidade de vida, além de evidenciar as desigualdades no acesso à saúde.
Palavras-chave: Idosos; Edentulismo; Prótese dentária; Reabilitação oral; Qualidade de vida
Abstract
Introduction: Brazil has approximately 22.1 million individuals aged 65 years or older, representing 10.9% of the population. This figure reflects a 57.4% increase compared with the 2010 census, highlighting the significant growth of the older adult population and the consequent need for greater attention to healthcare services aimed at this age group. Objective: This study seeks to answer the following guiding question: what is the impact of the use of dental prostheses on the oral health and quality of life of older adult patients? Methodology: This study consists of a literature review aimed at examining the relevance of dental prosthesis use for oral health and the well-being of older adults. Results: Studies demonstrate that the use of dental prostheses is directly associated with improvements in masticatory function, aesthetics, and self-esteem, thereby promoting a better quality of life. Conclusion: The growth of the older adult population requires increased attention to the health of older individuals, particularly oral health, which is often neglected. Edentulism negatively affects basic functions, self-esteem, and quality of life, while also highlighting inequalities in access to healthcare.
Keywords: Older adults; Edentulism; Dental prosthesis; Oral rehabilitation; Quality of life.
INTRODUÇÃO
Segundo o Censo Demográfico realizado em 2022 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui aproximadamente 22,1 milhões de indivíduos com 65 anos ou mais, o que corresponde a 10,9% da população. Esse número representa um aumento de 57,4% em comparação ao censo de 2010, evidenciando o crescimento significativo da população idosa e a consequente necessidade de maior atenção aos cuidados de saúde destinados a esse grupo etário (IBGE, 2022).
O aumento da expectativa de vida tem provocado importantes mudanças demográficas e epidemiológicas, exigindo maior atenção às condições de saúde da população idosa. Nesse contexto, a saúde bucal assume papel fundamental por estar diretamente relacionada à saúde geral e à qualidade de vida. Dessa forma, torna-se indispensável a implementação e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à promoção, prevenção e cuidado integral dessa população. Embora existam legislações e políticas destinadas à garantia dos direitos das pessoas com 60 anos ou mais, a assistência ainda apresenta fragilidades e desafios, sendo frequentemente considerada insuficiente e marcada por dificuldades em sua efetivação (TORQUATO; SCHMIDT, 2020; MIRANDA ET AL., 2020; SERA ET AL., 2021).
Apesar de muitos idosos apresentarem boas condições de saúde e desejarem manter-se ativos, a redução da capacidade regenerativa do organismo e o surgimento de doenças crônicas tornam a saúde bucal um desafio nessa fase da vida. Nesse cenário, observa-se frequentemente a perda dentária e a necessidade de reabilitação protética. A ausência de dentes pode ocorrer em decorrência de cárie dentária, doença periodontal, traumas ou ainda estar relacionada a fatores socioeconômicos que dificultam o acesso aos serviços odontológicos e às informações sobre cuidados com a higiene bucal, resultando em maior incidência de problemas na cavidade oral, incluindo a perda dentária (FERREIRA ET AL., 2021).
O edentulismo é considerado um importante problema de saúde pública no Brasil, atingindo principalmente a população idosa e causando impactos negativos nos aspectos funcionais, estéticos e psicossociais. Entre as principais consequências destacam-se as dificuldades na mastigação, na fala e na estética facial, fatores que podem comprometer significativamente a qualidade de vida desses indivíduos (KREVE; ANZOLIN, 2016; CARVALHO et al., 2021; ANDRADE et al., 2019; PERES et al., 2019).
Nesse contexto, a prótese dentária desempenha papel essencial na reabilitação oral de idosos com perda dentária, contribuindo para a recuperação da função mastigatória, da fonética e da estética facial. Além disso, a reabilitação protética pode proporcionar melhorias na alimentação, na autoestima e na interação social, refletindo positivamente na saúde bucal e na qualidade de vida dessa população. Estudos recentes indicam que o uso de próteses dentárias está associado à melhora significativa da qualidade de vida relacionada à saúde bucal em indivíduos idosos (LINN ET AL., 2024; SABĂU ET AL., 2024).
Diante desse cenário, torna-se relevante compreender os impactos do uso de próteses dentárias na saúde bucal e na qualidade de vida da população idosa. Assim, o presente estudo busca responder à seguinte pergunta norteadora: qual é o impacto do uso de próteses dentárias na saúde bucal e na qualidade de vida de pacientes idosos?
METODOLOGIA
Este trabalho consiste em uma revisão da literatura, cujo intuito é examinar a relevância da utilização de próteses dentárias para a saúde oral e o bem-estar dos indivíduos mais velhos. A pesquisa dos artigos científicos foi conduzida em bancos de dados online, como Google Academico, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e PubMed, inserindo termos relacionados ao assunto, tais como: idosos, edentulismo, prótese dentária, reabilitação oral e qualidade de vida.
Os critérios para inclusão foram definidos como: artigos científicos acessíveis na íntegra, publicados entre 2020 e 2025, nas línguas portuguesa e inglesa, que examinassem a ligação entre próteses dentárias, saúde bucal e qualidade de vida em pacientes da terceira idade. Para exclusão, foram eliminados estudos repetidos, artigos que não possuíam conexão direta com o tema em questão, resumos simples, além de dissertações, teses e publicações realizadas fora do intervalo de tempo determinado.
Depois de concluir a busca preliminar, foi feita a análise dos títulos e resumos dos artigos encontrados para avaliar sua pertinência ao tópico em questão. Posteriormente, foram lidos na íntegra os artigos escolhidos, resultando na inclusão de 10 estudos científicos que cumpriram os critérios definidos para integrar o referencial teórico desta investigação.
REVISÃO DE LITERATURA
Envelhecimento e a saúde do idoso
O envelhecimento populacional é um fenômeno global que vem se intensificando nas últimas décadas, impulsionado pela redução das taxas de fecundidade e pelo aumento da expectativa de vida. No Brasil, esse processo ocorre de forma acelerada, resultando em mudanças significativas na estrutura etária da população (IBGE, 2022; OMS, 2021). Esse cenário exige adaptações nos sistemas de saúde e maior investimento em políticas públicas voltadas ao cuidado da pessoa idosa.
A transição demográfica está diretamente relacionada à transição epidemiológica, caracterizada pela diminuição das doenças infectocontagiosas e pelo aumento das doenças crônicas não transmissíveis. Entre essas, destacam-se hipertensão arterial, diabetes mellitus e doenças cardiovasculares, que demandam acompanhamento contínuo (OMS, 2021; VERAS, 2020).
Outro aspecto relevante é o aumento da multimorbidade entre idosos, ou seja, a presença de múltiplas doenças simultâneas. Essa condição está frequentemente associada à polifarmácia e ao risco de interações medicamentosas, tornando o cuidado mais complexo (VERAS, 2020). Além disso, fatores sociais e econômicos influenciam diretamente a saúde dessa população.
Diante desse contexto, torna-se essencial a adoção de um modelo de atenção integral à saúde do idoso, que considere não apenas aspectos biológicos, mas também psicológicos e sociais. A promoção da autonomia e da qualidade de vida deve ser o foco das ações em saúde (OMS, 2021).
Saúde bucal e edentulismo em idosos
A saúde bucal desempenha papel fundamental na qualidade de vida dos idosos, sendo frequentemente comprometida por diversas condições clínicas. Entre os principais problemas bucais destacam-se a cárie dentária, a doença periodontal, a xerostomia e a perda dentária (PERES et al., 2020). Esses agravos tendem a ser mais prevalentes nessa faixa etária devido a fatores acumulativos ao longo da vida.
A literatura evidencia uma forte relação entre saúde bucal e saúde geral, especialmente no que diz respeito às doenças sistêmicas. Infecções orais podem agravar condições como diabetes mellitus e doenças cardiovasculares, reforçando a importância da atenção odontológica integrada (WATT et al., 2021).
Além dos aspectos clínicos, a saúde bucal impacta diretamente a qualidade de vida, interferindo em funções como mastigação, fala e estética. Tais alterações podem gerar consequências psicossociais, incluindo baixa autoestima e isolamento social (LOCKER; ALLEN, 2020).
Apesar da importância do cuidado odontológico, muitos idosos enfrentam dificuldades de acesso aos serviços de saúde bucal. Barreiras econômicas, limitações físicas e ausência de políticas públicas eficazes contribuem para a baixa utilização desses serviços (BRASIL, 2022).
Edentulismo
O edentulismo é caracterizado pela perda parcial ou total dos dentes, sendo considerado um importante problema de saúde pública em diversos países, especialmente entre idosos (PERES et al., 2020). Essa condição reflete, muitas vezes, a ausência de cuidados preventivos ao longo da vida.
As principais causas do edentulismo incluem a cárie dentária e a doença periodontal, além de fatores como trauma e acesso limitado aos serviços odontológicos. Aspectos socioeconômicos também desempenham papel importante na ocorrência da perda dentária (KASSEBAUM et al., 2020).
As consequências do edentulismo são amplas e envolvem prejuízos funcionais, como dificuldade na mastigação e na fala, além de alterações estéticas. Essas mudanças podem impactar negativamente a autoestima e o convívio social dos indivíduos (EMAMI et al., 2021).
Do ponto de vista coletivo, o edentulismo representa um indicador de desigualdade em saúde, evidenciando falhas nos sistemas de atenção odontológica. Dessa forma, torna-se essencial o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à prevenção e reabilitação (PERES et al., 2020).
Reabilitação oral com próteses dentárias
A reabilitação oral com próteses dentárias consiste na substituição de dentes ausentes com o objetivo de restaurar funções orais e melhorar a qualidade de vida dos pacientes (CARLSSON; OMAR, 2020). Essa prática é amplamente utilizada na odontologia, especialmente no atendimento à população idosa.
As próteses dentárias são fundamentais para a recuperação da função mastigatória, permitindo uma alimentação mais adequada. Além disso, contribuem para a melhora da fonética e da estética facial, fatores essenciais para o bem-estar do indivíduo (FELTON, 2021).
Entre os principais benefícios das próteses, destacam-se a melhora do estado nutricional, o aumento da autoestima e a reintegração social. Esses aspectos são particularmente importantes para idosos, que frequentemente enfrentam limitações decorrentes da perda dentária (EMAMI et al., 2021).
Os tipos de próteses mais utilizados incluem próteses totais, parciais removíveis, fixas e implantossuportadas. A escolha do tipo adequado depende das condições clínicas do paciente, bem como de fatores econômicos e sociais (MISCH, 2021).
Impacto das próteses na qualidade de vida
O uso de próteses dentárias está diretamente relacionado à melhora da capacidade mastigatória, permitindo maior variedade alimentar e contribuindo para uma nutrição adequada (EMAMI et al., 2021). Esse fator é essencial para a manutenção da saúde geral dos idosos.
As próteses, além de oferecerem benefícios funcionais, têm um impacto positivo na autoestima das pessoas, aumentando sua confiança e segurança nas interações sociais. A estética restaurada tem um impacto considerável no bem-estar psicológico (FELTON, 2021).
Um dos principais indicadores usados para avaliar como as condições orais afetam a vida das pessoas é a qualidade de vida relacionada à saúde bucal. Pesquisas indicam que a reabilitação protética está ligada a uma melhora considerável desses índices (PERES et al., 2020).
Estudos recentes indicam que o uso correto de próteses, combinado com acompanhamento profissional constante, pode trazer melhorias significativas na qualidade de vida dos idosos. Assim, expandir o acesso a esses serviços deve ser vista como uma prioridade para a saúde pública (WATT et al., 2021).
DISCUSSÃO
Esta revisão demonstrou que a perda de dentes e a falta de reabilitação protética têm efeitos consideráveis na qualidade de vida das pessoas, particularmente entre os idosos, afetando aspectos funcionais, estéticos e psicossociais. Esses resultados confirmam pesquisas que indicam o edentulismo como um relevante desafio de saúde pública, ligado não somente a aspectos biológicos, mas também a fatores sociais e comportamentais (OLIVEIRA et al., 2023; COSTA et al., 2024).
A literatura aponta que, do ponto de vista funcional, a falta de elementos dentários afeta diretamente a mastigação, a deglutição e a fala, resultando em adaptações na alimentação e, por fim, em déficits nutricionais. Pessoas desdentadas geralmente consomem alimentos mais macios e menos nutritivos, o que pode levar ao desenvolvimento de doenças sistêmicas e piora da saúde geral (DANTAS et al., 2019; COSTA et al., 2024). Ademais, a redução da eficiência mastigatória está diretamente ligada à queda na qualidade de vida, principalmente entre os idosos (CARVALHO et al., 2021).
Do ponto de vista estético, a perda de dentes causa mudanças significativas no rosto, como reabsorção óssea, colapso labial e diminuição da dimensão vertical, o que contribui para o envelhecimento precoce da face (OLIVEIRA et al., 2023). Essas alterações afetam de forma negativa a autoimagem e a autoestima das pessoas, evidenciando a relevância da reabilitação protética para restaurar a harmonia facial e o sorriso (ANDRADE et al., 2022).
Os estudos analisados, sob a ótica psicossocial, mostram que a perda de dentes está ligada a sentimentos de vergonha, isolamento social e diminuição da autoconfiança. Pessoas com falta de dentes costumam evitar interações sociais, o que pode resultar em problemas nas relações interpessoais e na saúde mental (ANDRADE et al., 2022; BATISTA et al., 2021). A autopercepção negativa em relação à saúde bucal também foi apontada como um fator significativo, geralmente ligado à dor, desconforto e insatisfação estética (KREVE et al., 2020).
Nesse cenário, a reabilitação protética emerge como uma abordagem essencial para reduzir esses efeitos. Estudos demonstram que o uso de próteses dentárias está diretamente relacionado à melhora da função mastigatória, da estética e da autoestima, promovendo melhor qualidade de vida (CARVALHO et al., 2021; COLAÇO et al., 2020). No entanto, mesmo com o uso de próteses, muitos idosos ainda têm uma percepção negativa da sua saúde bucal, especialmente quando as próteses não se adaptam bem ou causam desconforto (KREVE et al., 2020; OLIVEIRA et al., 2023).
Ademais, condições bucais são ainda mais agravadas por fatores como doenças crônicas e alta prevalência de doenças periodontais em idosos, que contribuem para a perda dentária e afetam negativamente a qualidade de vida (COSTA et al., 2024; DANTAS et al., 2019). Assim, a saúde bucal deve ser entendida de maneira holística, levando em conta sua conexão com a saúde sistêmica.
Em conclusão, é fundamental implementar políticas públicas e ações de promoção, prevenção e reabilitação em saúde bucal direcionadas aos idosos. Para minimizar os efeitos do edentulismo e favorecer um envelhecimento mais saudável e com maior qualidade de vida, é fundamental ampliar o acesso aos serviços odontológicos e desenvolver estratégias educativas (COLAÇO et al., 2020; ZULUAGA et al., 2019).
CONCLUSÃO
O aumento da população idosa demanda mais cuidados com a saúde dos idosos, principalmente com a saúde bucal, que é frequentemente ignorada. O edentulismo afeta negativamente funções básicas, autoestima e qualidade de vida, além de evidenciar as desigualdades no acesso à saúde. A reabilitação com próteses dentárias é essencial para recuperar as funções orais e melhorar o bem-estar físico e social. Portanto, é fundamental expandir o acesso aos serviços de odontologia para promover um envelhecimento mais saudável e com maior qualidade de vida.
REFERÊNCIAS
ANDRADE, L. S. et al. Impactos da perda dentária na autoestima e no convívio social. Revista de Saúde Coletiva, 2019.
BATISTA, M. C. et al. Autopercepção de saúde bucal em idosos e fatores associados. Revista Brasileira de Odontologia, 2021.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
CARLSSON, G. E.; OMAR, R. The future of complete dentures in oral rehabilitation. Journal of Oral Rehabilitation, 2020.
CARVALHO, R. S. et al. Uso de próteses dentárias e qualidade de vida em idosos. Ciência & Saúde Coletiva, 2021.
COLAÇO, J. L. et al. Fatores associados à qualidade de vida relacionada à saúde bucal em idosos. Revista de Odontologia da UNESP, 2020.
COSTA, A. R. et al. Saúde bucal e envelhecimento: impactos na qualidade de vida. Revista de Ciências da Saúde, 2024.
DANTAS, A. A. et al. Perda dentária e seus impactos na qualidade de vida. Revista de Odontologia, 2019.
EMAMI, E. et al. The impact of edentulism on oral and general health. Journal of Dentistry, 2021.
FELTON, D. A. Complete edentulism and comorbid diseases: an update. Journal of Prosthodontics, 2021.
FERREIRA, R. C. et al. Fatores associados à perda dentária em adultos e idosos. Revista de Saúde Pública, 2021.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo Demográfico 2022: resultados preliminares. Rio de Janeiro: IBGE, 2022.
KASSEBAUM, N. J. et al. Global burden of severe tooth loss. Journal of Dental Research, 2020.
KREVE, S.; ANZOLIN, D. Autopercepção de saúde bucal em idosos. Revista de Odontologia, 2016.
KREVE, S. et al. Avaliação da autopercepção de saúde bucal por meio do índice GOHAI. Revista de Odontologia Clínica, 2020.
LINN, G. et al. Impact of dental prostheses on quality of life in elderly patients. Journal of Oral Health, 2024.
LOCKER, D.; ALLEN, F. What do measures of ‘oral health-related quality of life’ measure? Community Dentistry and Oral Epidemiology, 2020.
MIRANDA, G. M. D. et al. Envelhecimento populacional e políticas públicas. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2020.
MISCH, C. E. Contemporary Implant Dentistry. 4. ed. St. Louis: Elsevier, 2021.
OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. World report on ageing and health. Geneva: WHO, 2021.
PERES, M. A. et al. Oral diseases: a global public health challenge. The Lancet, 2019.
PERES, M. A. et al. Saúde bucal no Brasil: desafios e perspectivas. Revista de Saúde Pública, 2020.
SABĂU, M. et al. Oral rehabilitation and quality of life in elderly patients. Journal of Prosthetic Dentistry, 2024.
SERA, L. et al. Desafios na atenção à saúde do idoso no Brasil. Revista de Saúde Pública, 2021.
TORQUATO, J. A.; SCHMIDT, M. I. Políticas públicas e envelhecimento. Ciência & Saúde Coletiva, 2020.
VERAS, R. P. Envelhecimento populacional contemporâneo: desafios e inovações. Revista de Saúde Pública, 2020.
WATT, R. G. et al. Integrating oral health into primary care. The Lancet, 2021.
ZULUAGA, D. J. et al. Educação em saúde bucal e qualidade de vida. Journal of Oral Health, 2019

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2026 Josiana Manzoli Venturin, Samuel Cunha Estumano, Fabiano de Paiva Sales (Autor)