Análise dos impactos da nova estrutura da DRE no setor de serviços: um estudo comparativo com base em demonstrações financeiras
ISSN 1678-0817 Qualis/DOI Revista Científica de Alto Impacto.
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RESUMO

Este estudo tem como objetivo analisar os impactos da nova estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), proposta pela norma IFRS 18, especificamente no setor de serviços. A pesquisa, de natureza descritiva e abordagem quantitativa, fundamentou-se em estudo de caso múltiplo e análise documental das demonstrações financeiras de empresas listadas na B3 (Localiza S.A., Lojas Renner S.A. e CCR S.A.), avaliando as mudanças na apresentação de receitas, despesas e subtotais operacionais e não operacionais. A análise foi conduzida mediante a construção de quadros comparativos com base em dados extraídos dos exercícios sociais de 2017 e 2024, permitindo observar os efeitos da nova norma na estrutura e no detalhamento relatorial. Os resultados evidenciam que a adoção da IFRS 18 promoveu inovações significativas, como a padronização de subtotais e maior desagregação de contas, proporcionando maior transparência, comparabilidade e suporte à tomada de decisão financeira.

Palavras-chave: Demonstração do Resultado do Exercício; IFRS 18; Setor de serviços; Transparência; Decisão financeira.

ABSTRACT

This study aims to analyze the impacts of the new structure of the Income Statement (DRE), as proposed by IFRS 18, specifically within the service sector. The research, descriptive in nature with a quantitative approach, is based on a multiple case study and documentary analysis of financial statements from companies listed on B3 (Localiza S.A., Lojas Renner S.A., and CCR S.A.), evaluating changes in the presentation of revenues, expenses, and operational versus non-operational subtotals. The analysis was conducted through comparative tables built from data extracted from the 2017 and 2024 fiscal years, enabling the observation of the effects of the new standard on financial reporting structure and detail. The results demonstrate that the adoption of IFRS 18 introduced significant innovations, such as subtotal standardization and greater account disaggregation, promoting enhanced transparency, comparability, and support for financial decision-making.

Keywords: Income Statement; IFRS 18; Service sector; Financial reporting; Decision making.

1 INTRODUÇÃO

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) desempenha um papel fundamental na análise financeira e configura-se como um dos principais relatórios contábeis de uma entidade. Ela apresenta de forma estruturada o resultado econômico auferido em determinado período, devendo, segundo as diretrizes do Comitê de Pronunciamentos Contábeis na Estrutura Conceitual CPC 00 (R2) (CPC, 2019), fornecer informações relevantes e que representem fidedignamente a realidade operacional da organização (Torres, 2024). Ao assegurar essas características qualitativas fundamentais, a informação contábil-financeira torna-se apta a influenciar de maneira efetiva as decisões dos usuários (CPC, 2019). De acordo com Silva et al. (2022), a DRE é um instrumento indispensável na mensuração do desempenho econômico-financeiro, permitindo avaliar a eficiência da gestão na geração de lucros a partir das atividades operacionais.

Camargo (2024) destaca que a DRE é estruturada de modo a evidenciar receitas, custos, despesas e o resultado líquido, possibilitando uma visão límpida acerca da rentabilidade corporativa. A partir de sua interpretação, gestores e investidores conseguem identificar fortalezas e vulnerabilidades operacionais, orientando direcionamentos estratégicos, tais como readequação de custos, precificação, investimentos em novos mercados ou lançamento de linhas de negócios (Camargo, 2024). Na perspectiva de Almeida (2012), a DRE transcende a condição de mero relatório normativo para se consolidar como uma ferramenta gerencial de elevado valor ao planejamento estratégico, ao evidenciar com clareza a evolução temporal dos desempenhos positivos ou negativos (Torres, 2024).

No âmbito do setor de serviços, caracterizado por especificidades e desafios particulares, a DRE assume relevância ainda mais proeminente. Diferentemente das empresas industriais e comerciais, as organizações de serviços lidam predominantemente com ativos intangíveis, como capital intelectual, conhecimento especializado e mão de obra qualificada, tornando a análise financeira substancialmente mais complexa (Torres, 2024). Conforme ressaltam Silva e Oliveira (22022), o setor de serviços demanda uma abordagem analítica diferenciada na verificação de receitas e despesas, visto que expressiva parcela de seus custos está vinculada ao capital humano e à continuidade da prestação do serviço.

Segundo Coimbra (2024), a recente atualização na estrutura da DRE com a emissão da norma internacional IFRS 18 introduziu diretrizes que afetam diretamente a interpretação do desempenho financeiro no setor de serviços. Essas alterações visam proporcionar maior transparência e comparabilidade às demonstrações financeiras em um mercado globalizado. Contudo, a coexistência de diferentes formatos de apresentação e a discricionariedade na classificação de itens em subtotais intermediários vinham gerando divergências que dificultavam a comparabilidade direta entre companhias do mesmo segmento (Deloitte, 2024; Xavier, 2024).

Diante desse contexto, emerge a seguinte problemática de pesquisa: quais são os impactos da nova estrutura da DRE, proposta pela IFRS 18, na transparência, na comparabilidade informacional e no suporte à tomada de decisão financeira em empresas do setor de serviços? O objetivo geral deste estudo consiste em analisar os impactos da nova estrutura da DRE no setor de serviços, verificando as alterações na transparência das informações contábeis e no processo decisório. Como objetivos específicos, busca-se: (a) comparar a apresentação das receitas, custos e despesas nas DREs antes e depois das diretrizes da nova estrutura; (b) identificar as mudanças na segregação de resultados operacionais e não operacionais; e (c) avaliar os reflexos do novo nível de detalhamento e subtotais na análise de rentabilidade das empresas analisadas.

2 REVISÃO DA LITERATURA

2.1 A Evolução da Contabilidade e seu Contexto Internacional

A fase moderna da contabilidade desenvolveu-se entre os séculos XV e XIX, tendo como marco a obra de Ângelo Pietra em 1586 e, posteriormente, a publicação de Francesco Villa em 1840, que simbolizou o advento da fase científica do pensamento contábil (Alves, 2017). Segundo Farias (2015), a contabilidade consolida-se como um sistema de informação capaz de fornecer dados lógicos e relevantes para que os stakeholders acompanhem a evolução patrimonial e fundamentem processos decisórios nas organizações.

Com o avanço da globalização e a expansão do comércio internacional, a divergência entre os padrões contábeis adotados por diferentes países passou a representar um obstáculo à análise de investimentos (Costa, 2024). Nesse cenário, a contabilidade internacional fortaleceu-se com a criação do International Accounting Standards Committee (IASC) em 1973, reestruturado em 2001 como International Accounting Standards Board (IASB), responsável pela emissão das International Financial Reporting Standards (IFRS) (Silva, 2023; Costa, 2024). O crescimento das multinacionais exigiu maior comparabilidade entre demonstrativos de distintas jurisdições, impulsionando o Brasil a iniciar seu processo de convergência com a promulgação da Lei nº 11.638/2007 e normatizações da CVM (Niyama, 2005; Weffort, 2005).

2.2 Crise Financeira de 2008 e as Demonstrações Contábeis

A crise financeira mundial de 2008 evidenciou severas fragilidades no acompanhamento dos riscos de mercado e nas práticas de divulgação de relatórios financeiros (Clemente; Juaniha; Ribeiro, 2018). Esse evento demonstrou que demonstrações contábeis sem o devido grau de transparência e padronização reduzem a capacidade dos agentes econômicos de antecipar colapsos e avaliar a real liquidez das instituições. Como resposta, órgãos reguladores globais e a CVM, no Brasil (por meio da Instrução CVM nº 457/2007), aceleraram a obrigatoriedade da adoção do padrão IFRS para companhias abertas, visando elevar a qualidade e fidedignidade dos relatórios (CVM, 2007; Clemente; Juaniha; Ribeiro, 2018).

As demonstrações contábeis constituem o principal canal de comunicação entre a entidade e os usuários externos (Conceição, 2016). Conforme aponta Silva (2023), a utilidade da informação contábil para a tomada de decisões está intrinsecamente ligada ao cumprimento de suas características qualitativas fundamentais: relevância e representação fidedigna. A mensuração objetiva dos elementos quantitativos — ativos, passivos, receitas e despesas — garante o controle patrimonial e a confiabilidade exigida pelos mercados de capitais (Cardozo, 2023; Souza, 2023).

2.3 A Norma IFRS 18 e a Nova Estrutura da DRE

Emitida pelo IASB para substituir a IAS 1 (correspondente ao CPC 26 no Brasil), a norma IFRS 18 — Presentation and Disclosure in Financial Statements representa um marco na padronização da DRE (Salotti, 2024; IFRS Foundation, 2024). A nova norma foi concebida para atender às demandas de investidores por maior clareza e comparabilidade na análise do desempenho operacional das companhias (PwC, 2024).

A IFRS 18 introduz a obrigatoriedade de classificação das receitas e despesas da DRE em cinco categorias definidas: Operacional, Investimento, Financiamento, Imposto de Renda e Operações Descontinuadas (Salotti, 2024). Além disso, institui a obrigatoriedade de subtotais padronizados, tais como o "Lucro Operacional" e o "Lucro Antes de Financiamento e Imposto de Renda", eliminando a discricionariedade anterior na apresentação do resultado operacional (Cruz, 2024; Meirelles, 2024). A norma também exige divulgações rigorosas em notas explicativas sobre as Medidas de Desempenho da Gestão (MPMs), assegurando a reconciliação entre métricas gerenciais e os subtotais normatizados (Marques, 2026).

2.4 Estudos Anteriores

Diversos pesquisadores têm se dedicado a analisar as implicações da transição normativa promovida pela IFRS 18. Salotti (2024) examinou as alterações conceituais entre o CPC 26 e a IFRS 18, destacando que a rigorosa categorização dos fluxos do resultado reduzirá a assimetria informacional e eliminará distorções na comparação entre empresas do mesmo setor. Coimbra (2024) analisou os reflexos da norma no setor de serviços, argumentando que a segregação detalhada de custos de capital humano e investimentos operacionais melhorará a leitura da margem operacional. Por sua vez, Paixão (2024) enfatizou que, embora o processo de implementação imponha desafios operacionais aos sistemas contábeis, os ganhos em transparência e padronização justificam os esforços de adaptação corporativa.

3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Esta investigação classifica-se como uma pesquisa documental de caráter descritivo e exploratório, fundamentada em abordagem quantitativa e estruturada por meio do método de estudo de caso múltiplo (Gil, 2008; Lakatos; Marconi, 2020). É documental por utilizar fontes primárias constituídas pelas demonstrações financeiras oficiais publicadas pelas empresas (Marconi; Lakatos, 2017). Apresenta objetivo descritivo ao detalhar as modificações estruturais da DRE e natureza quantitativa ao analisar numericamente as variações, desagregações e reclassificações de contas nos períodos selecionados (Gil, 2008; Lakatos; Marconi, 2010).

A população do estudo compreende as companhias abertas listadas na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão). A amostra foi selecionada de forma intencional e não probabilística, abrangendo três grandes empresas atuantes no setor de serviços e infraestrutura: Localiza S.A., Lojas Renner S.A. e CCR S.A. A escolha dessas entidades justifica-se por sua alta liquidez, relevância setorial, histórico de governança corporativa e rigor na divulgação de informações financeiras aos mercados nacional e internacional (Yin, 2015).

Os dados foram coletados diretamente das centrais de Relacionamento com Investidores (RI) das companhias e do sistema de divulgação de informações da CVM. Foram extraídas as DREs padronizadas referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2017 e 31 de dezembro de 2024, permitindo examinar a evolução temporal e a tendência de adaptação às diretrizes de desagregação da IFRS 18. O tratamento dos dados deu-se por meio de análise comparativa estruturada em quadros analíticos, tabulação das contas relatorias e confronto das nomenclaturas e subtotais utilizados em cada exercício.

4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

4.1 As Empresas Analisadas e sua Atuação na B3

A publicação de demonstrações financeiras pelas companhias abertas atende a exigências legais da Lei nº 6.404/1976, normas da CVM e regulamentos de listagem da B3 (Silva; Cescon; Lopes, 2023). A divulgação fidedigna da DRE cumpre papel estratégico na mitigação do risco de informação e no monitoramento de práticas de gestão (De Luca et al., 2020).

A Localiza S.A., fundada em 1973, é líder no segmento de aluguel de carros e gestão de frotas na América Latina. Por ser uma empresa intensiva em capital e com constante renovação de ativos, a evidenciação clara de seus custos operacionais e receitas de desmobilização de frotas é vital para o mercado (Localiza, 2024). A Lojas Renner S.A., atuante desde 1965 no varejo e prestação de serviços financeiros, possui capital pulverizado e elevados padrões de governança, exigindo rigor no reporte de suas margens e perdas de crédito (Pereira, 2022; Silva, 2025). A CCR S.A., atuante em concessões de infraestrutura rodoviária, mobilidade urbana e aeroportos, opera em setor altamente regulado, no qual a segregação entre custos de construção, outorgas e operação contínua é determinante para a avaliação da sustentabilidade financeira de longo prazo (CCR, 2024; Santos; Crispim; Amorim, 2021).

4.2 Análise Comparativa da Estrutura da DRE (2017 vs. 2024)

A análise empírica das demonstrações financeiras das três empresas revela um movimento consistente de ampliação do detalhamento e convergência para as diretrizes de desagregação propostas pela IFRS 18. O Quadro 1 apresenta a comparação estrutural da DRE da Localiza S.A. entre 2017 e 2024.

Quadro 1 – Comparação entre informações evidenciadas na DRE da Localiza S.A. (2017 e 2024) (em milhões de R$)

Fonte: Elaborado pelos autores com base em Localiza (2017; 2024).

Na Localiza S.A., observa-se que, embora o esqueleto básico da DRE tenha sido preservado, o demonstrativo de 2024 apresentou avanço significativo na desagregação do resultado financeiro (desmembrando receitas e despesas financeiras em linhas próprias) e na inclusão explícita de participações societárias e lucro por ação. Essa alteração está alinhada ao exigido pela IFRS 18, que veda a compensação genérica de itens e exige destaque para o bloco financeiro e de investimentos (Salotti, 2024; Cruz, 2024).

Quadro 2 – Comparação entre informações evidenciadas na DRE da Lojas Renner S.A. (2017 e 2024) (em milhões de R$)

Fonte: Elaborado pelos autores com base em Lojas Renner (2017; 2024).

Na Lojas Renner S.A. (Quadro 2), percebe-se que a adição de linhas específicas para impairment, outras receitas/despesas operacionais e equivalência patrimonial em 2024 atende perfeitamente à proposta do IASB de segregar itens não recorrentes do resultado operacional estrito. Essa desagregação evita que flutuações atípicas mascarem o real desempenho das operações de varejo e serviços financeiros (Paixão, 2024; El Khatib, 2025).

Quadro 3 – Comparação entre informações evidenciadas na DRE da CCR S.A. (2017 e 2024) (em milhões de R$)

Fonte: Elaborado pelos autores com base em CCR S.A. (2017; 2024).

O caso da CCR S.A. (Quadro 3) revela a maior intensidade de adequação setorial. Em 2024, a companhia passou a desmembrar detalhadamente os custos de construção, outorgas e obras de infraestrutura. No modelo antigo de 2017, esses valores apareciam aglutinados de forma genérica, o que dificultava a identificação da margem de operação pura da concessionária. Essa segregação reflete rigorosamente o espírito da IFRS 18, que prioriza a desagregação de custos relevantes para transparecer a verdadeira natureza das atividades empresariais (Salotti, 2024; Neves, 2024).

4.3 Transparência, Comparabilidade e o Processo de Tomada de Decisão

Os achados confirmam que a padronização dos subtotais e a categorização em cinco blocos operacionais reduzem drasticamente a assimetria informacional (Marques, 2026). Anteriormente, a ausência de uma definição estrita para o "Lucro Operacional" permitia que cada empresa incluísse ou excluísse receitas não recorrentes de forma discricionária, distorcendo a comparação de múltiplos como o EV/EBITDA e a margem operacional (El Khatib, 2025).

Para o processo decisório, a nova estrutura da DRE oferece subsídios para responder se o crescimento do lucro decorre de ganhos operacionais consistentes ou de eventos financeiros atípicos (Neves, 2024). Conforme destacado por Quesado, Rua e Silva (2018), a contabilidade cumpre sua função primordial quando fornece dados capazes de fundamentar a alocação de capital. A evidenciação transparente dos custos de capital humano e investimentos intangíveis no setor de serviços possibilita uma gestão estratégica mais eficaz e segura (Domingos, 2018; Teixeira; Jorge, 2016).

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo teve como propósito analisar os impactos da nova estrutura da Demonstração do Resultado do Exercício, estabelecida pela IFRS 18, no setor de serviços, a partir de um estudo de caso múltiplo envolvendo Localiza S.A., Lojas Renner S.A. e CCR S.A. A análise comparativa entre as demonstrações dos exercícios de 2017 e 2024 demonstrou que as empresas iniciaram um processo consistente de adequação e desagregação de suas informações financeiras.

Os resultados evidenciam que a obrigatoriedade de novas categorias (Operacional, Investimento, Financiamento, Imposto de Renda e Operações Descontinuadas) e a padronização do Lucro Operacional eliminam distorções históricas na apresentação do resultado. Verificou-se uma significativa expansão no nível de detalhamento de linhas específicas, tais como receitas e despesas financeiras desmembradas, custos de construção/outorga em concessões, e perdas por não recuperabilidade de ativos. Essas mudanças elevam a transparência informacional, fortalecem a comparabilidade intersetorial e oferecem suporte qualificado ao processo de tomada de decisão dos usuários internos e externos.

Conclui-se que a nova estrutura da DRE não se resume a uma alteração meramente formal ou estética, mas constitui um importante avanço na qualidade do relato financeiro. Como limitação deste trabalho, destaca-se a amostra restrita a três companhias abertas e a análise em período anterior à vigência obrigatória plena da norma (fixada globalmente para 2027). Recomenda-se para pesquisas futuras a realização de estudos empíricos pós-implementação compulsória, abrangendo uma amostra ampliada de empresas de capital fechado e de diferentes segmentos do setor de serviços.

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  1. Acadêmica do oitavo período do Curso de Ciências contábeis do Centro Universitário UDC Medianeira

  2. Mestre em contabilidade pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná campus Cascavel (UNIOESTE). Docente e Orientador do Curso de Ciências Contábeis Centro Universitário UDC Medianeira – UDC Medianeira e na Universidade do Oeste do Paraná campus Foz do Iguaçu. E-mail: ricardo.s.almeida1@hotmail, ORCID https://orcid.org/0000-0002-0017-9296 lattes: http://lattes.cnpq.br/0906652510753140

  3. Professora doutora do curso de ciências contábeis, docente da disciplina de TCC do Centro Universitário UDC Medianeeira, phatriciabellon@yahoo.com.b

  4. Especialista. Docente no Centro Universitário UDC Medianeira. E-mail: Leandro.nichetti@udc.edu.br Orcid: https://orcid.org/0000-0002-3012-8393 Lattes: http://lattes.cnpq.br/3530783539480426

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