RESUMO: Este trabalho de conclusão de curso oferece um aporte teórico acerca do trabalho do psicopedagogo na escola. A presença do psicopedagogo na escola contribui para atender as crianças que possuem algum problema em relação ao processo de ensino e aprendizagem, sendo fundamental para orientar o trabalho dos educadores. Este trabalho possui o objetivo geral de analisar a função do psicopedagogo na escola, à luz dos estudos teóricos acerca dessa questão, tomando como base as crianças com TDAH e suas necessidades. São elencados os seguintes objetivos específicos: Identificar as concepções acerca do infante; Investigar como a criança aprende, delimitando a importância do psicopedagogo na escola. A metodologia se caracterizou como qualitativa, de cunho exploratório, utilizando-se como estratégia a pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental. Enquanto resultados, conclui-se que a presença do psicopedagogo na escola é fundamental para compreender como a criança aprende, ajudando-a a desenvolver-se no processo de ensino e aprendizagem.
Palavras-chaves: TDAH. Psicopedagogo. Intervenção. Ensino Fundamental.
ABSTRACT
Abstract: This study provides a theoretical contribution regarding the role of the educational psychopedagogue in schools. The presence of the psychopedagogue contributes to supporting children who experience difficulties in the teaching and learning process, while also guiding teachers and other education professionals in the development of inclusive educational practices. The general objective of this study was to analyze the role of the psychopedagogue within the school environment based on theoretical studies, considering children with attention and learning difficulties and their educational needs. The specific objectives were to identify conceptions of childhood and to investigate how children learn, highlighting the importance of psychopedagogical intervention in the school context. The research adopted a qualitative and exploratory approach, using bibliographical and documentary research as methodological procedures. The findings indicate that the psychopedagogue plays a fundamental role in understanding children's learning processes, contributing to the identification of learning difficulties and promoting strategies that favor educational inclusion and student development.
Keywords: Learning Difficulties; Educational Psychopedagogy; Psychopedagogical Intervention; Elementary Education.
INTRODUÇÃO
O estudo se insere no campo da psicopedagogia, buscando oferecer subsídios a respeito de como se inter-relacionam a aprendizagem, os fatores psicossociais e o fracasso escolar, na perspectiva do olhar do psicopedagogo. Nesse aspecto, concebe-se que a presença do psicopedagogo na escola é fundamental para orientar o trabalho profícuo dos professores, norteando como estes e os demais educadores da escola devem auxiliar no processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. Questionamos qual a função do psicopedagogo na escola.
A hipótese que norteia o trabalho parte do princípio de que a presença do psicopedagogo na escola contribui para ajudar na compreensão do processo de ensino e aprendizagem dos estudantes, pois atende crianças com problemas comportamentais que se relacionam a déficit cognitivo de aprendizagem ou a transtornos de aprendizagem, dentre outros, orientando o quadro de profissionais da escola a como agir com essas particularidades dos estudantes.
Este trabalho tem o objetivo geral de analisar a função do psicopedagogo na instituição escolar, à luz dos estudos teóricos que contribuem para a compreensão acerca dessa questão, tomando como base as atividades desenvolvidas com crianças com TDAH e suas necessidades. São elencados os seguintes objetivos específicos: Identificar as concepções sobre a infância; Investigar como a criança aprende, delimitando a importância do psicopedagogo para diagnosticar as causas cognitivas e comportamentais que influem no não aprendizado do infante.
A metodologia, segundo Minayo (2011), é a prática que constrói o caminho do pensamento e aborda a realidade. Esta compreensão contribui para delimitação dos métodos e técnicas que direcionarão a proposta desta pesquisa. A pesquisa qualitativa foi de cunho exploratório, utilizando-se como estratégia de investigação a pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental. Assim, este trabalho se divide em três capítulos, onde o primeiro é a introdução; o segundo capítulo aborda as concepções sobre a infância em um breve percurso histórico; o terceiro fundamenta o trabalho do psicopedagogo. Por último, fazem-se as considerações finais.
DESENVOLVIMENTO
Aprender é uma atividade consciente que não está obrigatoriamente ligada a motivos biológicos, pois existe uma relação dialética entre o biológico e o social. Na Europa, no início do século XIX, alguns médicos diagnosticaram que as dificuldades de aprendizagem podem estar relacionadas a fatores orgânicos. Itard, médico sensorialista e organicista, ao estudar e analisar o menino selvagem de Aveyron, afirmou que a doença mental está ligada a diferentes etiologias. Seguin, discípulo de Itard, afirmou que qualquer indivíduo pode ser educado, independente da dificuldade cognitiva que o acomete, sendo essencial diagnosticar o transtorno da aprendizagem para compreender o método educacional a ser utilizado, acentuando-se na ação pedagógica a concepção de como tratar, vinculando o trabalho do pedagogo ao do médico (DE OLIVEIRA, 2016).
Em tais Centros, o diagnóstico pedagógico se limitava a esclarecer acerca da inadaptação escolar e social da criança, determinando uma concepção funcionalista da educação, a qual concebe que o homem se determina pela sociedade, devendo este se adaptar ao tecido social. De Oliveira (2016) traz que educar a criança objetivando adaptá-la ao que a sociedade reproduz como valores sociais, não contribui para a educação desta. Refletindo-se acerca dessas questões, cria-se a concepção de que a inadaptação escolar da criança pode estar relacionada tanto a fatores sociais, quanto aos transtornos de aprendizagem, como também a patologias ou a problemas de ordem psicossocial, econômica e política que acabam influenciando no processo de ensino e aprendizagem das crianças.
A esse respeito, Piaget (apud SOLÉ, 2006) afirma que o conhecimento resulta de interações entre a criança e o objeto da aprendizagem. Nesse processo, a criança é concebida como um sujeito ativo na construção do conhecimento e o professor é compreendido como o facilitador da aprendizagem, criando desafios para estimular a atividade mental. A partir dessa concepção de aprendizagem, o erro é compreendido como parte do processo de construção do conhecimento.
Vygotsky (1998), em sua abordagem histórico-cultural, afirma que a aprendizagem acontece por meio de interações entre a criança e o meio social, por meio da apropriação, internalização e reconstrução interna, embasado na intervenção de outro mais experiente e na representação da linguagem (MOREIRA, 2016).
Para Vygotsky (1998), a criança é o sujeito interativo na relação com os objetos do conhecimento e o professor exerce a função de mediador que cria os desafios e possibilita a aprendizagem. Mas como aprende a criança que tem problemas relacionados ao processo de ensino e aprendizagem e como o psicopedagogo pode auxiliar nesse contexto? No próximo tópico esclarecem-se alguns conceitos de patologias responsáveis por causar as dificuldades de aprendizagem, analisando os benefícios da contribuição do psicopedagogo nesse contexto.
Segundo Bossa (2000), é essencial a presença do psicopedagogo na escola, pois a sua intervenção inclui a orientação aos pais; o auxílio aos professores; a colaboração no desenvolvimento de projetos; o acompanhamento e a implementação de propostas metodológicas e a promoção de encontros entre o corpo docente, discente e gestão da escola.
Moreira (2016), afirma que as emoções têm papel fundamental no desenvolvimento dos indivíduos, sendo por meio delas que ocorre a exteriorização de desejos e vontades. Galvão (2008), analisa que na sala de aula coexistem três emoções: o medo, a alegria e a cólera. O medo é representado por um estado de hesitação em executar os movimentos, caracterizando-se por um estado de hipotonia. A alegria resulta de um equilíbrio entre o tônus e o movimento e a cólera vincula-se a um estado de hipertonia, ocasionado por um excesso de excitação.
As reações emocionais exercem uma influência essencial e absoluta em todas as formas de nosso comportamento e em todos os momentos do processo educativo. A experiência e a pesquisa têm demonstrado que um fato impregnado de emoção é recordado de forma mais sólida, firme e prolongada que um feito indiferente (VYGOTSKY, 1988, p.121).
Compreende-se, assim, que os aspectos cognitivos, emocionais e sociais se inter-relacionam, auxiliando na compreensão acerca da forma como os indivíduos aprendem, sendo essencial orientar os professores a esse respeito. A criança com dificuldade de aprendizagem precisa de mais apoio, atenção e observação. A família é essencial no sentido de identificar o que está ocasionando a dificuldade, principalmente os pais, pois os mesmos podem ajudar o professor a auxiliar o aluno (DE OLIVEIRA, 2016).
De acordo com Bossa (2007), a psicopedagogia surgiu como uma área de atuação interdisciplinar, que une conhecimentos da psicologia, pedagogia, medicina, fonoaudiologia, entre outras áreas. Seu objetivo é compreender os processos que interferem na aprendizagem, buscando soluções para superar as dificuldades apresentadas pelos alunos.
Atualmente, a psicopedagogia é reconhecida como uma especialidade e possui diversas áreas de atuação, como a clínica, a institucional e a empresarial. Segundo Lopes (2012), a psicopedagogia clínica tem como objetivo auxiliar os indivíduos no processo de aprendizagem, identificando e tratando os transtornos e dificuldades que interferem no desempenho escolar. Já a psicopedagogia institucional visa melhorar o processo educativo nas instituições, por meio da formação de professores e do desenvolvimento de projetos educacionais. Por fim, a psicopedagogia empresarial tem como foco a melhoria da qualidade de vida e do desempenho profissional dos colaboradores das empresas.
A psicopedagogia surgiu da necessidade de compreender e atender as dificuldades de aprendizagem. Ela é uma área interdisciplinar que une conhecimentos da psicologia, pedagogia, medicina, fonoaudiologia, entre outras áreas. Hoje em dia, a psicopedagogia é reconhecida como uma especialidade e possui diversas áreas de atuação, como a clínica, a institucional e a empresarial (FARIA, 2006).
A psicopedagogia surgiu no Brasil no final da década de 1960, porém, só se consolidou como uma área de atuação a partir dos anos 1980. De acordo com Carvalho (2013), o desenvolvimento da psicopedagogia no Brasil está relacionado com a influência de teorias e práticas de outros países, como Argentina, França e Espanha, que já possuíam uma tradição em psicopedagogia.
A chegada da psicopedagogia no Brasil foi marcada pelo trabalho pioneiro da educadora argentina Emilia Ferreiro, que trouxe para o país a perspectiva da psicogênese da língua escrita. Segundo Bossa (2014), a influência de Ferreiro foi fundamental para o surgimento da psicopedagogia no Brasil, pois ela apresentou novas formas de compreender a aprendizagem e contribuiu para a formação de profissionais capacitados em psicopedagogia.
O primeiro curso de psicopedagogia no Brasil foi criado em 1971, na Universidade de São Paulo (USP), e tinha como objetivo formar profissionais para atuar na prevenção e correção dos problemas de aprendizagem (Bossa, 2007). Na época, a psicopedagogia ainda era vista como uma área de atuação pouco conhecida e valorizada pelos profissionais da educação.
Ao longo das décadas seguintes, a psicopedagogia se consolidou como uma área de atuação importante no Brasil, graças ao trabalho de diferentes profissionais e instituições. Segundo Carvalho (2013), a psicopedagogia se desenvolveu em diversas áreas, como clínica, escolar e institucional, e passou a ser reconhecida como uma área de intervenção que contribui para a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos. Atualmente, a psicopedagogia é uma área de atuação reconhecida e regulamentada no Brasil, que oferece diversas possibilidades de atuação para os profissionais da área. Segundo Oliveira e Cunha (2018), o psicopedagogo pode atuar em diferentes contextos, como clínicas, hospitais, escolas, empresas e instituições governamentais, contribuindo para o desenvolvimento humano e a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos.
Em resumo, a psicopedagogia surgiu no Brasil na década de 1970, influenciada pelas teorias e práticas de outros países, como Argentina, França e Espanha. A psicopedagogia se consolidou como uma área de atuação importante ao longo das décadas seguintes, graças ao trabalho de diferentes profissionais e instituições. Atualmente, a psicopedagogia é uma área regulamentada e reconhecida no Brasil, que oferece diversas possibilidades de atuação para os profissionais da área.
A psicopedagogia é uma área de atuação que tem como objetivo compreender e intervir nos processos de aprendizagem, considerando a relação entre aspectos cognitivos, emocionais e sociais dos indivíduos. Segundo Bossa (2007), a psicopedagogia é uma área que se ocupa das dificuldades de aprendizagem, buscando compreender as causas dessas dificuldades e oferecer intervenções adequadas para superá-las.
De acordo com Ribeiro (2010), a psicopedagogia é uma área que busca compreender a relação entre o sujeito e o conhecimento, considerando as diferentes dimensões que estão envolvidas nesse processo. Segundo a autora, a psicopedagogia não se limita apenas à compreensão dos aspectos cognitivos da aprendizagem, mas também considera os aspectos emocionais e sociais que podem interferir nesse processo.
A psicopedagogia também é uma área que se preocupa com a prevenção de problemas de aprendizagem. Segundo Carvalho (2013), a psicopedagogia busca identificar os fatores que podem levar às dificuldades de aprendizagem, a fim de prevenir a ocorrência desses problemas. A autora destaca que a psicopedagogia tem como objetivo promover o desenvolvimento da capacidade de aprender dos indivíduos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.
O contexto escolar muitas vezes se depara com a complexidade dos distúrbios comportamentais em crianças, desafios que demandam uma abordagem cuidadosa e integrada. Esses distúrbios, que podem manifestar-se de diversas formas, apresentam impactos significativos no ambiente educacional, exigindo uma resposta sensível por parte da escola (MOREIRA, 2016).
Crianças com distúrbios comportamentais frequentemente enfrentam obstáculos na interação social, na gestão emocional e no desempenho acadêmico. Essas dificuldades, muitas vezes, tornam-se evidentes no ambiente escolar, afetando não apenas o desenvolvimento individual do aluno, mas também a dinâmica da sala de aula e o ambiente educativo como um todo (DA CRUZ, 2018).
A escola desempenha um papel fundamental na identificação precoce e na compreensão desses distúrbios. A observação atenta dos educadores, aliada a uma abordagem colaborativa, permite criar um ambiente mais inclusivo e propício ao desenvolvimento integral de cada criança. Ações preventivas e estratégias adaptativas são essenciais para promover a participação efetiva de alunos com distúrbios comportamentais (DE OLIVEIRA, 2016).
A formação de uma equipe multidisciplinar, que inclui profissionais como psicopedagogos, psicólogos e pedagogos, é crucial para o suporte adequado às crianças com essas necessidades. O trabalho conjunto desses profissionais visa não apenas à identificação e diagnóstico, mas também à implementação de intervenções personalizadas que visem a superação dos desafios comportamentais (DE SOUZA, 2022).
É relevante destacar que a inclusão de crianças com distúrbios comportamentais não se resume apenas à adaptação de metodologias pedagógicas, mas envolve também a promoção de um ambiente escolar que valorize a diversidade e estimule a empatia. A conscientização de toda a comunidade escolar sobre a natureza desses distúrbios é crucial para construir uma atmosfera de compreensão e apoio mútuo.
Ademais, é importante considerar que cada criança é única, e, portanto, as estratégias de intervenção devem ser individualizadas, levando em conta suas necessidades específicas. A colaboração estreita entre escola e família é um elemento-chave nesse processo, proporcionando um suporte consistente tanto no ambiente escolar quanto no lar (DA CRUZ, 2018).
A abordagem de distúrbios comportamentais em crianças na escola demanda um comprometimento conjunto da comunidade educacional. A sensibilidade para identificar precocemente, a formação de equipes especializadas e a promoção de um ambiente inclusivo são elementos fundamentais para oferecer o suporte necessário e garantir que cada criança, independentemente de seus desafios comportamentais, tenha a oportunidade de desenvolver seu potencial máximo (DE OLIVEIRA, 2016).
Diversos fatores de risco podem contribuir para o desenvolvimento de distúrbios comportamentais, tais como experiências traumáticas, predisposição genética, condições neurobiológicas e influências ambientais desfavoráveis. No entanto, também existem fatores de proteção, como o apoio familiar, acesso a recursos de saúde mental e estratégias de enfrentamento saudáveis (DE SOUZA, 2022).
O tratamento dos distúrbios comportamentais pode abranger uma variedade de abordagens terapêuticas, incluindo terapia cognitivo-comportamental, terapia familiar, intervenções medicamentosas, psicoeducação e suporte psicossocial. A escolha da abordagem terapêutica é personalizada e depende das características específicas do distúrbio e das necessidades individuais do paciente (DE OLIVEIRA, 2016).
Os distúrbios comportamentais têm um impacto significativo na vida cotidiana dos indivíduos afetados, podendo interferir nas relações interpessoais, no desempenho acadêmico e profissional, na saúde física e na qualidade de vida geral. Portanto, o tratamento e o suporte contínuo são essenciais para promover a adaptação e a superação dos desafios associados a essas condições (DA CRUZ, 2018).
A abordagem dos distúrbios comportamentais não se limita apenas ao âmbito clínico, mas também envolve desafios sociais e estigmatização. A educação da sociedade sobre essas condições é crucial para promover a compreensão, a empatia e a inclusão, criando um ambiente mais solidário para aqueles que lidam com distúrbios comportamentais (DE SOUZA, 2022).
À medida que a pesquisa avança e a compreensão dos distúrbios comportamentais se aprofunda, espera-se que novas abordagens terapêuticas, estratégias preventivas e políticas públicas mais abrangentes sejam desenvolvidas. O foco na promoção da saúde mental e na criação de sociedades mais inclusivas destaca-se como uma direção promissora para o futuro (DA CRUZ, 2018).
Os distúrbios comportamentais são uma área complexa e multifacetada da saúde mental, demandando uma abordagem integrada e compassiva para entender, diagnosticar e tratar essas condições, visando melhorar a qualidade de vida e o bem-estar daqueles que vivenciam esses desafios (DE OLIVEIRA, 2016).
CONCLUSÃO
No contexto da escola para crianças, o Psicopedagogo demarca seu trabalho e se compromete, juntamente com outras categorias de educadores que convivem no seio da escola, a desenvolver um trabalho de diagnóstico comportamental e emocional; dentre outras problemáticas que estão presentes nesse ambiente.
A análise da conjuntura social, à luz dos referenciais teóricos citados no trabalho em tela, leva-nos à constatação de que as escolas necessitam de um quadro de profissionais especialistas, dentre os quais o psicopedagogo.
Ressalta-se que o exercício profissional do psicopedagogo na educação se integra ao trabalho dos outros educadores, buscando contribuir para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. Sendo assim, sua presença é relevante e necessária, pois a educação além de cumprir com o papel social de educar e transmitir conhecimento se incumbe também de responder às problemáticas comportamentais apresentadas pelos alunos.
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ORCID: https://orcid.org/0009-0009-1918-7649 ↑Profissional independente – Jaciara – Mato Grosso – Brasil.
ORCID: https://orcid.org/0009-0000-0142-5535 ↑Profissional independente – Jaciara – Mato Grosso – Brasil.
ORCID: https://orcid.org/0009-0000-9261-0348 ↑Profissional independente – Jaciara – Mato Grosso – Brasil.
ORCID: https://orcid.org/0009-0001-3679-6106 ↑Profissional independente – Jaciara – Mato Grosso – Brasil.
ORCID: https://orcid.org/0009-0000-8049-225X ↑

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