RESUMO
A queilite actínica (QA) é uma lesão pré-maligna causada pela exposição crônica à radiação ultravioleta (UV), sendo considerada um fator de risco para o carcinoma espinocelular. Estudos indicam maior prevalência da lesão em indivíduos expostos ao sol por longos períodos, como trabalhadores rurais e pescadores. Este trabalho revisa a literatura sobre a relação entre QA e câncer de boca, com foco em sua incidência em regiões próximas à Linha do Equador, onde a radiação solar é mais intensa. A QA representa um problema de saúde pública, exigindo medidas preventivas e diagnóstico precoce para evitar sua progressão maligna. Objetivo: Compreender a relação entre a incidência da doença e fatores ambientais, destacando a importância da prevenção, diagnóstico precoce e estratégias de intervenção para minimizar os riscos associados. Metodologia: Foi realizada uma revisão bibliográfica por meio da busca de artigos científicos publicados entre os anos de 2008 e 2025, indexados nas bases de dados PubMed, SciELO e outras fontes relevantes, como periódicos científicos e jornais especializados. A seleção dos materiais considerou critérios de relevância temática, atualidade e qualidade metodológica.
Palavras-chave: Câncer de boca. Exposição solar. Neoplasias orais. Regiões tropicais.
Displasia.
ABSTRACT
Actinic cheilitis (AC) is a premalignant lesion caused by chronic exposure to ultraviolet (UV) radiation and is considered a risk factor for squamous cell carcinoma. Studies indicate a higher prevalence of the lesion in individuals exposed to the sun for long periods, such as rural workers and fishermen. This paper reviews the literature on the relationship between AC and oral cancer, focusing on its incidence in regions close to the Equator Line, where solar radiation is more intense. AC represents a public health problem, requiring preventive measures and early diagnosis to avoid its malignant progression. Objective: To understand the relationship between the incidence of the disease and environmental factors, highlighting the importance of prevention, early diagnosis and intervention strategies to minimize associated risks. Methodology: A bibliographic review was carried out by searching for scientific articles published between 2008 and 2025, indexed in PubMed, SciELO and other relevant sources, such as scientific journals and specialized newspapers. The selection of materials considered criteria of thematic relevance, currentness and methodological quality.
Keywords: Oral cancer. Sun exposure. Oral neoplasms. Tropical regions. Dysplasia.
1. INTRODUÇÃO
A queilite actínica, também conhecida como “lábios de marinheiro”, é uma desordem potencialmente maligna causada pela exposição crônica à radiação ultravioleta (UV). Essa condição afeta predominantemente indivíduos com fototipos mais claros que trabalham ou realizam atividades ao ar livre sem a devida proteção. Clinicamente, manifesta-se com maior frequência no vermelhão do lábio inferior, podendo evoluir para carcinoma espinocelular, um tipo agressivo de câncer de boca (VASILOVICI et al., 2022). Devido à sua alta prevalência em regiões com intensa exposição solar, a queilite actínica representa um problema relevante para a saúde pública, exigindo medidas preventivas eficazes.
A incidência dessa condição está diretamente relacionada à localização geográfica. Regiões situadas próximas à Linha do Equador, como o Brasil, recebem elevados índices de radiação UV ao longo do ano, o que aumenta significativamente o risco de desenvolvimento da queilite actínica. Nesses locais, atividades laborais como agricultura, pesca e construção civil favorecem a exposição prolongada ao sol, muitas vezes sem o uso adequado de proteção, tornando a população mais vulnerável ao desenvolvimento de lesões potencialmente malignas (RITT et al., 2022).
O câncer de boca, consequência possível da progressão da queilite actínica, apresenta um comportamento agressivo, com alta taxa de mortalidade. Dados indicam que a taxa de sobrevida para essa neoplasia em cinco anos é de apenas 32,2% no Brasil (MAHL et al., 2022). Apesar da gravidade da doença, a queilite actínica ainda é frequentemente subdiagnosticada, devido à falta de conhecimento sobre seus sinais clínicos e sua associação com o câncer bucal. Dessa forma, medidas preventivas, como o uso de protetores labiais com filtro solar, tornam-se essenciais para reduzir os danos causados pela exposição excessiva ao sol.
Diante desse cenário, este estudo tem como objetivo revisar a literatura científica sobre a queilite actínica como fator de risco para o câncer de boca, analisando sua incidência em regiões próximas à Linha do Equador. A pesquisa pretende compilar dados sobre a relação entre a radiação UV e a progressão dessa condição, destacando a importância de estratégias preventivas e de conscientização da população para minimizar os impactos dessa enfermidade.
2. PROBLEMA
Qual a relação entre a queilite actínica e o risco de câncer de boca, e como a incidência dessa condição varia em regiões geograficamente situadas próximas à linha do Equador, onde a exposição à radiação ultravioleta é mais intensa?
3. OBJETIVOS
3.1 Objetivo geral
Compreender a relação entre a incidência da doença e fatores ambientais, destacando a importância da prevenção, diagnóstico precoce e estratégias de intervenção para minimizar os riscos associados.
3.2 Objetivos específicos:
- Revisar as evidências científicas sobre o impacto das condições climáticas e geográficas no desenvolvimento de queilite actínica e sua progressão para o câncer bucal em regiões equatoriais.
- Avaliar os fatores ambientais e comportamentais que influenciam o risco de queilite actínica e câncer de boca, com foco nas características regionais próximas à linha do Equador;
- Analisar a progressão da queilite actínica para lesões precoces de câncer de boca, identificando os fatores de risco que aceleram essa transformação em regiões equatoriais.
- Relatar a associação entre a exposição solar excessiva e o desenvolvimento de queilite actínica em regiões próximas à linha do Equador.
4. JUSTIFICATIVA
A Queilite Actínica (QA) é uma condição pré-maligna resultante da exposição crônica à radiação ultravioleta (UV), cuja progressão pode levar ao carcinoma espinocelular de lábio, um tipo de câncer de boca com impacto significativo na qualidade de vida e na saúde pública. O perfil de risco para o câncer bucal está associado a indivíduos tabagistas, etilistas, com histórico de exposição crônica aos raios ultravioletas, seja por atividades laborais ou por viver em regiões com grande incidência solar, além da falta de proteção adequada e fatores sociais de fragilidade (FURTADO et al., 2019).
Devido à falta de conscientização, a QA pode ser confundida com um ferimento comum ou com uma descamação labial causada pela exposição solar. Além disso, o diagnóstico precoce da QA ainda é subestimado, o que agrava o risco de evolução para um tumor maligno oral.
Diante disso, a necessidade de conscientização sobre os riscos associados à exposição solar excessiva e à identificação precoce da Queilite Actínica se torna imprescindível, visto que a falta de conhecimento sobre a condição contribui para o diagnóstico tardio e a evolução para o câncer de boca, o que acarreta maiores desafios no tratamento e na recuperação dos pacientes.
5. REVISÃO DA LITERATURA
A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica as alterações teciduais com potencial para o desenvolvimento de lesões neoplásicas malignas como Desordens Potencialmente Malignas (FURTADO et al., 2019). Dentre as lesões que se enquadram nessa classificação estão a leucoplasia, a eritroplasia, a queilite actínica e o líquen plano (FURTADO et al., 2019).
Essas desordens provocam alterações no epitélio de revestimento da cavidade oral, podendo levar a diferentes graus de displasia (FURTADO et al., 2019). Os principais fatores associados à evolução dessas lesões para a oncogenicidade incluem o etilismo, o tabagismo e a exposição à radiação ultravioleta (FURTADO et al., 2019). Já a relação entre infecções pelo papilomavírus humano (HPV) e o desenvolvimento de neoplasias ainda está sendo investigada (FURTADO et al., 2019).
Descrita pela primeira vez em 1886, durante o Congresso Internacional de Dermatologia, em Londres, Inglaterra, por Dubreuilh, a queilite actínica é uma das desordens potencialmente malignas que acomete o lábio (MARTINS et al., 2008). A queilite actínica é uma condição inflamatória que afeta principalmente o vermelhão do lábio inferior quando a exposição solar, sem os devidos cuidados, é exacerbada (TENORIO, 2018).
Clinicamente, esta condição se apresenta em duas formas: aguda e crônica; a forma aguda se caracteriza por edema e eritema suaves, úlceras e fissuras intensas; já sua apresentação crônica se dá devido a lábios ressecados, com fendas, aumento do volume labial de forma discreta e difusa, desaparecimento da divisão entre a semimucosa do lábio e a pele, e com o surgimento de lesões papulares e manchas de caráter leucoplásico (ARNAUD et al., 2014).
A origem da queilite actínica está diretamente associada à exposição excessiva à radiação ultravioleta (UV) (ARNAUD et al., 2014). A forma aguda da doença costuma ocorrer após uma exposição intensa em um curto intervalo de tempo, afetando, com maior frequência, indivíduos mais jovens. Já a manifestação crônica, prevalente entre pessoas de meia-idade, resulta de uma exposição solar contínua e cumulativa, ocasionando alterações irreversíveis no epitélio labial (ARNAUD et al., 2014).
A condição apresenta maior incidência em homens de pele clara, especialmente aqueles com fototipos I e II, que estão submetidos à exposição solar prolongada de forma habitual (DE MACEIS et al., 2021). Entre os homens, os mais suscetíveis à doença são trabalhadores rurais, pescadores, marinheiros e operários da construção civil, já que, em sua rotina profissional, permanecem expostos ao sol por mais de três horas diárias, muitas vezes sem o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e sem a aplicação de protetores químicos, como filtros solares e produtos específicos para a proteção labial (DA SILVA, Uoston Holder; DE ARAÚJO, Djaíra Leitão; DE SANTANA, Elisabeth Barros, 2025).
O câncer de boca representa a oitava neoplasia maligna mais comum em todo o mundo, apresentando maior prevalência no sexo masculino; dentre as lesões associadas ao seu desenvolvimento, destaca-se a queilite actínica, uma condição com elevado potencial de malignização, frequentemente evoluindo para o Carcinoma Espinocelular (CEC), também conhecido como Carcinoma de Células Escamosas do Lábio Inferior (CCELI) (DE MACEIS et al., 2021). O CEC é reconhecido como a neoplasia mais prevalente na cavidade oral, sendo que, em aproximadamente 95% dos casos, sua origem está relacionada à queilite actínica do tipo crônico, uma desordem potencialmente maligna que acomete principalmente a região de vermelhão de lábio inferior (PAULINO, 2015).
O perfil do paciente com risco aumentado para o desenvolvimento do câncer de boca compreende características específicas, como idade superior a 50 anos, pele clara, tabagismo, exposição solar diária e residência em regiões de clima tropical (ROSCOE et al., 2011).
Quando o Carcinoma de Células Escamosas (CCE) acomete o lábio, apresenta uma taxa aproximada de 11% de metástase (ROSCOE et al., 2011). Entre os principais sinais indicativos de malignidade em lesões de queilite actínica (QA), destacam-se a presença de áreas endurecidas, úlceras, eritema e regiões com hiperceratose (ROSCOE et al., 2011).
Em razão da associação com a radiação solar, a QA é comumente mais observada em países tropicais, onde a incidência de radiação ultravioleta (RUV) é maior, especialmente próximos à linha do Equador (SANTOS et al., 2021). O Brasil, por estar geograficamente situado nessa região, registra uma alta ocorrência dessas lesões, principalmente entre homens que exercem atividades ao ar livre ou mantêm o hábito de exposição prolongada à radiação ultravioleta. Esse fator está relacionado à intensa incidência solar e à baixa utilização de medidas protetivas, como o uso de protetor solar e cobertura com chapéus (SANTOS et al., 2021).
Além disso, estima-se que cerca de 95% dos casos de câncer registrados na região dos lábios tenham origem nessa condição, o que destaca a relevância do diagnóstico precoce para a eficácia do tratamento e para um prognóstico favorável ao paciente (SANTOS et al., 2021).
De acordo com dados da literatura, aproximadamente 82% dos casos de QA e 80% dos casos de CCEL acometem indivíduos do sexo masculino. Além disso, observa-se que 85% das pessoas diagnosticadas com QA e 87% daquelas com CCEL possuem pele clara. (SILVA et al., 2020). Esses dados fortalecem a ideia de que pessoas com pele clara são mais vulneráveis ao desenvolvimento de doenças relacionadas à exposição à radiação ultravioleta, em razão da menor concentração de melanina em sua pele, o que reduz a proteção natural contra os efeitos nocivos da luz solar.
A queilite actínica é uma condição potencialmente maligna que requer intervenções terapêuticas eficazes para evitar sua progressão para carcinoma espinocelular. As opções de tratamento podem ser divididas em abordagens cirúrgicas e não cirúrgicas, sendo estas últimas amplamente utilizadas, especialmente em lesões extensas ou em pacientes com contraindicações cirúrgicas (CARVALHO et al., 2020).
O tratamento não cirúrgico da queilite actínica consiste, predominantemente, na utilização de terapias tópicas, como 5-fluorouracil, imiquimode, ácido tricloroacético e diclofenaco, além da adoção de medidas rigorosas de fotoproteção (BRASILEIRO et al., 2019; LIMA et al., 2010). Apesar da eficácia terapêutica desses agentes, sua aplicação pode provocar efeitos adversos locais, como inflamação, formação de crostas e dor, fatores que podem comprometer a adesão dos pacientes ao tratamento (BRASILEIRO et al., 2019).
No que se refere à abordagem cirúrgica, responsável por aproximadamente 30% dos procedimentos realizados, esta consiste na remoção do tecido acometido por meio de técnicas como a vermelhectomia, criocirurgia e eletrodissecação, que são indicadas conforme a extensão e características clínicas da lesão. (RAMOS et al., 2020).
Dentre as opções terapêuticas disponíveis, a vermelhectomia e a terapia com laser de dióxido de carbono destacam-se por sua elevada eficácia e pelas menores taxas de recidiva da queilite actínica. No entanto, por se tratarem de intervenções mais invasivas, podem resultar em maior impacto estético para o paciente. Assim, a escolha do tratamento mais apropriado deve considerar os achados histopatológicos, a experiência clínica do profissional, as expectativas estéticas do paciente e o perfil de efeitos adversos de cada abordagem. (RAMOS et al., 2020).
Ademais, é fundamental que o paciente compreenda a importância da fotoproteção rigorosa e da manutenção do acompanhamento clínico periódico, uma vez que a eficácia de qualquer modalidade terapêutica está diretamente relacionada à adesão a essas medidas preventivas e ao seguimento regular. (RAMOS et al., 2020).
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com a realização desta revisão bibliográfica, foi possível compreender melhor a queilite actínica como uma condição potencialmente maligna que merece atenção, especialmente em regiões próximas à Linha do Equador, onde a exposição solar é mais intensa ao longo do ano. A pesquisa reforça a relação entre a exposição crônica aos raios ultravioleta e o risco aumentado para o desenvolvimento de câncer de boca, principalmente o carcinoma espinocelular.
Durante o estudo, ficou claro que, apesar de ser uma lesão reconhecida pela literatura científica, a queilite actínica ainda é subdiagnosticada e pouco discutida entre a população e até mesmo entre alguns profissionais da saúde. Isso mostra a importância de investir em ações de prevenção, como o uso de protetor solar labial.
É importante destacar que, por se tratar de uma revisão de literatura, este trabalho não traz dados inéditos de pesquisa de campo, mas reúne informações relevantes de diversos estudos, o que permite uma visão mais ampla sobre o tema.
REFERÊNCIAS
ARNAUD, Rachel Reinaldo et al. Queilite actínica: avaliação histopatológica de 44 casos.
Revista de Odontologia da UNESP, v. 43, n. 6, p. 384–389, dez. 2014. Disponível em:
<https://www.scielo.br/j/rounesp/a/HX6QSRMBMhvgHtN5nVTxbDq/>. Acesso em: 10 abr. 2025.
BRASILEIRO, Camilla Thaís Duarte et al. QUEILITE ACTÍNICA EM
TRABALHADORES RURAIS: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Editora Acadêmica
Periodicojs eBooks, 1 jan. 2023. Disponível em:
<https://periodicojs.com.br/index.php/easn/article/view/1278>. Acesso em: 10 abr. 2025.
CARVALHO, Guereth Alexsanderson Oliveira et al. Clinical, histopathological aspects and treatment of patients diagnosed with actinic cheilitis: literature review. Research, Society and Development, [S. l.], v. 9, n. 7, p. e557974407, 2020. Disponível em:
<https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/4407> . Acesso em: 21 abr. 2025.
CINTRA, José Silvino et al. Queilite Actínica: Estudo epidemiológico entre trabalhadores rurais do município de Piracaia - SP. Revista da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, v. 67, n. 2, p. 118–121, 2013. Disponível em:
<http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0004-
52762013000200006&lng=pt&nrm=iss&tlng=pt>. Acesso em: 04 mar. 2025.
DA MACEIS, Luciana Ribeiro et al. EPIDEMIOLOGIA, FATORES DE RISCO, MANEJO E PREVENÇÃO DA QUEILITE ACTÍNICA. CRCJ, vol.1, n1, p.41-51, 2021. Disponível em: http://www.crcj.periodikos.com.br/journal/crcj/article/doi/10.6084/m9.figshare.14481321. Acesso em: 10 abr. 2025.
DA SILVA, Uoston Holder; DE ARAÚJO, Djaíra Leitão; DE SANTANA, Elisabeth Barros. Ocorrência de estomatite protética e queilite actínica diagnosticadas no centro de especialidades odontológicas da faculdade ASCES, Caruaru - PE. Odontologia Clínico-Científica (Online), v. 10, n. 1, p. 79–83, 2025. Disponível em:
<http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1677-
38882011000100015&script=sci_abstract>. Acesso em: 10 abr. 2025.
FURTADO, Lucas Soares Fernandes Aires et al. Câncer bucal, desordens potencialmente malignas e prevenção: uma revisão integrativa. Revista Família, Ciclos de Vida e Saúde no Contexto Social, v. 7, n. 4, p. 479–490, 2019. Disponível em:
<https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/refacs/article/view/3590>. Acesso em: 16 mar. 2025.
MAHL, Claudiane et al. Sobrevida e fatores relacionados ao óbito de pacientes com câncer de cabeça e pescoço. Research, Society and Development, v. 11, n. 9, p. e14011931483, 5 jul. 2022. Disponível em:
<https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/31483/26996/359038>. Acesso em: 08 mar. 2025.
MARTINS, Manoela Domingues. et al. Queilite actínica: relato de caso clínico. ConScientiae Saúde, v. 6, n. 1, p. 105–110, 7 abr. 2008. Disponível em:
<https://www.redalyc.org/pdf/929/92960112.pdf>. Acesso em: 10 abr. 2025.
PAULINO, Jessica Nayara Vieira. Prevalência de queilite actínica e fatores associados:
uma revisão sistemática. 2015. 12 f. Monografia (Graduação) - Departamento de Odontologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015. Disponível em: <https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/39172>. Acesso em 1 de maio de 2025.
RAMOS, Lucas Nogueira et al. Tratamentos para a queilite actínica: uma revisão integrativa.
In: I Congresso Acadêmico Beneficente de Oncologia e Hematologia (CABOH) - Goiânia, 2020. Disponível em: <https://doity.com.br/anais/icaboh/trabalho/160305>. Acesso em: 21 abr. 2025.
RITT, Laura Beatriz et al. O Carcinoma espinocelular: características e formas de prevenção.
Revista de Ciências da Saúde - REVIVA, v. 1, n. 2, p. 6–8, 2022. Disponível em: <https://revistas.uceff.edu.br/reviva/article/view/77>. Acesso em: 04 mar. 2025.
ROSCOE, Ed Wilson Tsuneo; TEBCHERANI, Antonio José; SITTART, José
Alexandre; PIRES, Mario Cezar. Queilite actínica: avaliação comparativa estética e funcional entre as vermelhectomias clássica e em W-plastia. Anais Brasileiros de Dermatologia, Rio de Janeiro, v. 86, n. 1, p. 65–73, fev. 2011. Disponível em:
<https://doi.org/10.1590/S0365-05962011000100008>. Acesso em: 1 maio 2025.
SANTOS, Leticia Beatriz Da Cruz et al. Diagnóstico de queilite actínica em paciente disfuncional: relato de caso. ARCHIVES OF HEALTH INVESTIGATION, v. 10, n. 8, p.
1237–1243, 16 jul. 2021. Disponível em:
<https://archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/5106>. Acesso em: 10 abr. 2025.
SILVA, Leni Verônica de Oliveira et al. Demographic and Clinicopathologic Features of Actinic Cheilitis and Lip Squamous Cell Carcinoma: a Brazilian Multicentre Study. Head and Neck Pathology, v. 14, n. 4, p. 899–908, 19 fev. 2020. Disponível em:
<https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32077056/>. Acesso em: 10 abr. 2025.
SILVA, Leni Verônica de Oliveira. Queilite actínica e carcinoma de células escamosas de lábio: um estudo multicêntrico. Dissertação (Pós-Graduação em Odontologia) - Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2019. Disponível em:
<https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/31144>. Acesso em: 10 abr. 2025.
TENORIO, Evalanne Pessoa et al. Actinic cheilitis: case report. Revista Médica de Minas Gerais, v. 28, 2018. Disponível em: <https://rmmg.org/artigo/detalhes/2394>. Acesso em: 10 abr. 2025.
VASILOVICI, Alina et al. Actinic Cheilitis — From Risk Factors to Therapy. Frontiers in Medicine, v. 9, 15 fev. 2022. Disponível em:
<https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8886241/>. Acesso em: 04 mar. 2025.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2026 Wyctor Marques da Silva, Luis Felipe Almeida de Souza, Angelica Pereira Rocha (Autor)