Resumo: Objetivo: Analisar a eficácia do método Pilates na redução da dor musculoesquelética e na melhora da qualidade de vida de mulheres no período da menopausa.
Métodos: Este artigo é uma revisão integrativa da literatura no período de 2020 a 2026, por meio das bases de dados PubMed e SciELO. Foram utilizados os
Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Pilates”, “Menopause”,
“Musculoskeletal Pain”,“Chronic Pain”,“Exercise Therapy”,“Women’s Health” “Sedentary Behavior”, e suas correspondentes em português, combinados pelos operadores booleanos AND e OR.
Resultados: Inicialmente, foram encontrados 19 artigos com parâmetros estabelecidos pela estratégia de buscas. Na avaliação dos critérios de elegibilidade, a partir da leitura na íntegra desses documentos, encontravam-se aptos 8 artigos para este estudo.
Conclusão: Os achados indicam que o método Pilates apresenta potencial como estratégia não farmacológica complementar para a redução da dor musculoesquelética e para a melhora da funcionalidade e qualidade de vida de mulheres na menopausa. A prática também pode contribuir para o fortalecimento muscular, equilíbrio, controle postural e manutenção da autonomia funcional. Entretanto, são necessários novos estudos, com amostras maiores, protocolos padronizados e acompanhamento em longo prazo, para ampliar as evidências sobre a eficácia do método nessa população.
Palavras-chave: Pilates; Menopausa/Climatério; Dor musculoesquelética; Dor
Crônica; Terapia por exercício; Saúde da Mulher; Sedentarismo; Comportamento Sedentário
Abstract: Objective: To analyze the effectiveness of the Pilates method in reducing musculoskeletal pain and improving the quality of life of women during menopause.
Methods: This study is an integrative literature review covering the period from
2020 to 2026, conducted using the PubMed and SciELO databases. The following Health Sciences Descriptors (DeCS) were used: “Pilates,”
“Menopause,” “Musculoskeletal Pain,” “Chronic Pain,” “Exercise Therapy,” “Women’s Health,” and “Sedentary Behavior,” along with their corresponding terms in Portuguese. The descriptors were combined using the Boolean operators AND and OR.
Results: Initially, 19 articles were identified according to the search strategy criteria. After assessing eligibility criteria and reviewing the full texts, 8 articles were considered eligible for inclusion in this study.
Conclusion: The findings indicate that the Pilates method has potential as a complementary non-pharmacological strategy for reducing musculoskeletal pain and improving functionality and quality of life in menopausal women. Pilates practice may also contribute to muscle strengthening, balance, postural control, and the maintenance of functional independence. However, further studies involving larger samples, standardized protocols, and long-term follow-up are needed to strengthen the evidence regarding the effectiveness of this method in this population.
Keywords: Pilates; Menopause/Climacteric; Musculoskeletal Pain; Chronic
Pain; Exercise Therapy; Women’s Health; Sedentary Behavior
Introdução
O processo de envelhecimento traz consigo diversas transformações regressivas no organismo, capazes de gerar restrições funcionais expressivas e comprometer a atividade psicomotora. Essas mudanças, típicas do avançar da idade, atingem praticamente todos os sistemas fundamentais do corpo humano. Atualmente, os indivíduos com mais de sessenta anos correspondem a onze por cento da população mundial, estimativa que deve alcançar vinte e dois por cento até dois mil e cinquenta, configurando um desafio expressivo para os sistemas de saúde em escala global (Długosz-Boś et al.,2021; GarcíaGarro et al.,2020).
Nesse contexto, o avanço da idade pode favorecer a ocorrência de quedas, que representam a principal causa de lesões e óbitos por lesão nessa parcela da população. As mulheres apresentam frequência de quedas até três vezes maior do que os homens, além de serem hospitalizadas cinco vezes mais em decorrência desses episódios. Entre os fatores que contribuem para o aumento das quedas, destacam-se os déficits de equilíbrio postural e o medo de cair, aspectos que passam a se manifestar de forma mais evidente a partir da menopausa (Oliveira et al., 2020; Długosz-Boś et al., 2021).
A menopausa corresponde à fase da vida feminina marcada pela redução da atividade ovariana e pela interrupção definitiva da capacidade reprodutiva, período em que os ciclos menstruais passam a ser mais espaçados e irregulares, até se estabelecer um intervalo de doze meses consecutivos sem menstruação. Nessa etapa, diversas alterações fisiológicas dão origem a distintos quadros clínicos (Can et al., 2026; Lim et al., 2026).
Essa transformação hormonal está relacionada a diversos sintomas capazes de comprometer negativamente a qualidade de vida das mulheres, entre eles a perda acelerada de massa muscular, manifestações vasomotoras, psicológicas e urogenitais, além do risco elevado de desenvolvimento de doenças crônicas, somando-se ainda sentimentos ligados à perda da feminilidade e ao envelhecimento (Kocamer et al.,2025; Lim et al., 2026).
Tendo em vista a relação complexa entre manifestações físicas e psicológicas ao longo da menopausa, abordagens não farmacológicas têm ganhado espaço como recursos complementares à terapia de reposição hormonal. Dentre as alternativas de tratamento conservador, o exercício físico se destaca como uma das intervenções de maior confiabilidade e eficácia, apresentando benefícios equiparáveis aos proporcionados pela terapia de reposição hormonal (TRH) (Kocamer et al., 2025; Can et al.,2026).
Diversas modalidades de exercício físico, como o aeróbico, o yoga e o Pilates, vêm sendo amplamente indicadas para essa população. Entre esses métodos, destaca-se especialmente o Pilates, utilizado com o propósito de reduzir a dor, melhorar a funcionalidade e elevar a qualidade de vida de mulheres na pósmenopausa (Can et al., 2026; García-Garro et al., 2020; Costa et al.,2026).
O Pilates é caracterizado como uma modalidade terapêutica baseada em exercícios de resistência muscular localizada, realizados com o auxílio de molas de diferentes intensidades acopladas a equipamentos específicos, que proporcionam uma sobrecarga muscular progressiva. Trata-se de uma combinação de exercícios voltados para força, flexibilidade e equilíbrio, que busca estabelecer uma conexão integral entre corpo e mente. O método é apontado como altamente eficaz na redução da dor e da incapacidade, promovendo melhora significativa na força muscular dos membros inferiores em mulheres (Oliveira et al., 2020; García-Garro et al., 2020; Lim et al.,2026).
Assim, o presente estudo tem como objetivo verificar a eficácia do método Pilates na qualidade de vida e redução da dor musculoesquelética em mulheres no período de menopausa, quando comparado à mulheres sedentárias.
Metodologia
Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida de forma sistematizada e estruturada em etapas sequenciais: definição da pergunta clínica; estabelecimento da estratégia de busca e seleção das bases de dados; definição dos critérios de inclusão e exclusão; seleção e avaliação crítica dos estudos elegíveis; extração padronizada dos dados; e síntese e análise dos achados.
A pergunta norteadora, baseada na estratégia PICO, foi: "Qual a eficácia do método Pilates na redução da dor musculoesquelética em mulheres no período de menopausa, quando comparado à mulheres sedentárias?" A busca bibliográfica foi realizada nas bases de dados PubMed e SciELO, no mês de agosto de 2026. Foram utilizados os descritores controlados (DeCS) e palavras-chave "Pilates", "Menopause", "Musculoskeletal Pain", "Chronic Pain", “Exercise Therapy”, Women’s Health” e "Sedentary Behavior", bem como seus correspondentes em português, combinados por meio dos operadores booleanos AND e OR. As estratégias de busca aplicadas foram:
Pilates AND menopause AND musculoskeletal pain; Pilates AND (menopause OR climacteric) AND musculoskeletal pain; Pilates AND menopause AND sedentary behavior; (Pilates OR exercise therapy) AND menopause AND (sedentary behavior OR sedentary lifestyle) AND pain; (Pilates method) AND
(menopause OR postmenopause) AND (musculoskeletal pain OR chronic pain);
Foram incluídos estudos publicados no período de 2020 a 2026, nos idiomas português e inglês, disponíveis na íntegra, que abordassem a prática do Pilates como intervenção para redução da dor musculoesquelética em mulheres na menopausa. Estudos que não contemplassem a temática proposta, publicações duplicadas ou indisponíveis na íntegra foram excluídos.
Resultados
Discussão
O envelhecimento populacional, segundo García-Garro et al.,(2020), é um fenômeno crescente que impõe desafios à saúde pública, sobretudo pela diminuição da capacidade cognitiva e funcional, que repercute diretamente na qualidade de vida e na autonomia das mulheres idosas. Nesse sentido, Dlugosz-Bos et al.,(2021) explica que a velhice envolve muitas alterações involutivas no corpo, que levam a limitações e disfunções consideráveis e à redução da atividade psicomotora. Segundo os autores, tais alterações afetam todos os sistemas primários do corpo, anatômicos e funcionais. No idoso, o sistema muscular perde massa e força, o que dificulta a manutenção do equilíbrio, aspecto ligado principalmente aos músculos do core, responsável pela estabilidade do tronco. Do ponto de vista prático, os mesmos autores destacam que esses músculos formam o centro do corpo, onde a maioria das cadeias cinéticas transfere forças para as extremidades.
Além disso, Dlugosz-Bos et al.,(2021) descreve que, com a idade, a propriocepção diminui, os receptores cutâneos das pernas reduzem e os limiares para os estímulos vibratórios se alterarem, levando a uma menor estabilidade postural. Além disso, a condutividade neural também diminuiu, gerando tempos de resposta mais longos e prejudicando a integração das respostas sensoriais e motoras.
Nesse sentido, Oliveira et al.,(2020) ressalta que déficits de equilíbrio postural e medo de quedas estão entre as variáveis que podem potencializar essas quedas e suas consequências. Dlugosz-Bos et al.,(2021) afirma que os distúrbios de equilíbrio causam essas quedas que, por sua vez, tornam os idosos mais dependentes do apoio de outras pessoas. Os autores relatam que as mulheres chegam a cair três vezes mais do que os homens e são hospitalizadas cinco vezes mais por isso, sendo a causa mais comum de lesões e de mortes por lesão nessa população. Ainda destacam que o equilíbrio postural sofre declínio significativo durante a transição para a pós menopausa, tendo em vista entre outros fatores, a deficiência de estrogênio próprio desse período.
Conforme Can et al.,(2026), a menopausa é definida como o período da vida da mulher caracterizado pelo declínio da função ovariana e pela cessação permanente da função reprodutiva. Complementando essa definição, Lim et al.,(2026) descreve que, por volta dos 40 anos, as mulheres passam por uma transição menopáusica de 4 a 5 anos, em que os ciclos menstruais se tornam mais longos e mais irregulares. Segundo os autores, essa transição é seguida por 12 meses de amenorreia contínua após o último período menstrual, o que se denomina menopausa ou pós-menopausa. Nessa fase, Kocamer et al.,(2025) aponta que a alteração hormonal está associada a uma série de sintomas que podem afetar adversamente a qualidade de vida das mulheres.
Lim et al.,(2026) explica que as alterações hormonais causam mudanças nas propriedades físicas. Segundo o autor, a rápida diminuição da massa muscular e da massa óssea no colo do fêmur leva à osteopenia, à osteoporose e à sarcopenia, o que, por sua vez, causa diversos problemas de saúde. O aumento da prevalência de doenças cardiovasculares pode ser maior em mulheres do que em homens e que a diminuição da deficiência de estrogênio reduz a atividade lipolítica, levando ao aumento da massa de gordura corporal e a diminuição da massa magra, o que afeta características da composição corporal.
No que se refira ao sistema musculoesquelético, Ravindran et al.,(2022) ressalta que os hormônios sexuais femininos desempenham papel importante na ocorrência de uma variedade de distúrbios musculoesqueléticos. De acordo com o autor, as mulheres na pós-menopausa são mais propensas à degeneração dos discos devido à relativa deficiência de estrogênio, o que pode resultar na redução do espaço do disco intervertebral, aumento do número de casos de espondilolistese e maior prevalência de osteoartrite das articulações facetárias.
No contexto da dor, Ravindran et al.,(2022) observa que, as atividades de autocuidado, domésticas, profissionais, sociais e de lazer podem ser afetadas ou até mesmo prejudicadas. O autor acrescenta que a ansiedade, o estresse e o medo também estão envolvidos na definição da incapacidade. Além da dimensão física, Kocamer et al.,(2025) destaca que a disfunção sexual no período pós-menopáusico é particularmente preocupante, pois pode levar à redução da intimidação e a insatisfação geral com a vida. Segundo os autores, a deficiência de estrogênio está intimamente relacionada à atrofia urogenital, que pode resultar em secura vaginal, dispareunia e redução da libido. Nessa direção, Can et al.,(2026) afirma que os sintomas urogenitais em mulheres pós-menopáusicas estão associados à redução dos níveis de estrogênio e andrógenos.
Entre as opções de tratamento conservador, Can et al.,(2026) ainda afirma que, entre as opções de tratamento conservador, o exercício é considerado uma das intervenções mais confiáveis e específicas, com benefícios comparáveis à terapia de reposição hormonal (TRH). O autor ainda explica que, durante o exercício, os sistemas cardiovasculares, respiratórios e musculoesqueléticos funcionam de forma coordenada. A curto prazo, o exercício regular melhora a resistência, reduz o estresse e favorece um sono melhor e a longo prazo, contribui para a redução dos riscos de doença arterial coronariana, hipertensão e diabetes tipo 2.
Nesse contexto, Costa et al.,(2026) destaca que o exercício físico, especialmente por meio de métodos como Pilates e treinamento resistido, tem sido amplamente empregado no manejo e redução da dor visando a melhoria da funcionalidade e qualidade de vida em mulheres na pós -menopausa. Corroborando essa perspectiva, Kocamer et al.,(2025) relata que o exercício físico, especialmente práticas mentais-corporais como o Pilates, surgiu como possível estratégia terapêutica para reduzir os sintomas da menopausa e melhorar o bem-estar.
Em relação ao método, Oliveira et al., (2020) descreveu o Pilates como uma modalidade terapêutica que envolve exercício físico de resistência muscular localizada, com molas de diferentes intensidades acopladas a equipamentos específicos, proporcionando tensão muscular progressiva. Nessa mesma linha, García-Garro et al.,(2020) afirma que o método Pilates é também força, flexibilidade, equilíbrio e estabilização do tronco. Ravindran et al.,(2022) complementa que os exercícios de Pilates são utilizados para aprimorar a atividade funcional e a força do core, bem como para estimular a reeducação neuromuscular. Segundo os autores, os objetivos consistem em aprimorar a força, a resistência muscular e a flexibilidade, melhorando assim, o equilíbrio e a postura. Destacam ainda que o Pilates confere um foco adicional na respiração e na concentração durante a execução dos exercícios.
Quanto aos efeitos do método, Lim et al.,(2026) relata que, entre as modalidades de exercício, o Pilates tem sido utilizado ativamente para promover a saúde. Segundo o autor, o método é muito eficaz ao melhorar significativamente a força muscular dos membros inferiores das mulheres, contribuindo para a manutenção das funções espinhal e pélvica e para diminuir a queixa de dor lombar. O autor ainda aponta o fortalecimento dos músculos profundos, a melhoria da flexibilidade e reabilitação, sendo descrito como capaz de melhorar o índice de massa corporal (IMC), o percentual de gordura corporal e a relação cintura-quadril (RCQ). Da mesma forma, Ravindran et al.,(2022) afirma que o exercício de Pilates, que combina respiração e movimentos corporais, mostrou-se útil por diversas razões, como a funcionalidade física e a qualidade de vida.
Ravindran et al.,(2022) destaca que houve melhora da incapacidade no grupo de treinamento de Pilates em comparação ao grupo de treinamento aeróbico. Nesse sentido, Costa et al.,(2026) destaca que a prática sistematizada do Pilates contribui não apenas para o alívio dos sintomas, mas também para o aprimoramento do controle postural e para o fortalecimento da musculatura estabilizadora do tronco. Além disso, segundo os autores, a manutenção dos benefícios ao longo do tempo sugere efeito preventivo sobre a recorrência da dor e a perda de autonomia funcional.
Conclusão
Observa-se que o método Pilates desempenha um papel relevante na redução da dor musculoesquelética, sobretudo a lombar, em mulheres no período da menopausa, por meio de exercícios de força, flexibilidade, estabilização do tronco, controle respiratório e reeducação neuromuscular. Essas condutas contribuem não apenas para o alívio da dor, mas também para a melhora da incapacidade funcional, do controle postural, da força da musculatura estabilizadora e da qualidade de vida, atenuando os impactos das alterações hormonais próprias dessa fase. Além disso, a prática regular favorece a autonomia funcional e sugere um efeito preventivo sobre a recorrência da dor, o que a torna uma intervenção não farmacológica segura e complementar, com resultados mais favoráveis do que a ausência de exercício físico regular.
A prática do Pilates possibilita um trabalho individualizado, respeitando as necessidades e limitações de cada mulher, e pode ser incorporada ao cuidado integral na menopausa. Entretanto, destaca-se a necessidade de ampliação de estudos científicos que investiguem, de forma mais aprofundada, a eficácia do método no controle da dor, considerando diferentes tempos de intervenção, frequências de treino e perfis populacionais. Recomenda-se a realização de ensaios clínicos randomizados, com amostras maiores, protocolos padronizados e acompanhamento em longo prazo, a fim de consolidar o Pilates como estratégia relevante no cuidado à saúde da mulher climatérica.
Referências:
CAN, Başak et al. Comparative Effects of Clinical Pilates Training and Aerobic Exercise on Menopausal Symptoms, Quality of Life, Sleep and Depression: A Randomised Controlled Trial. An International Journal of Obstetrics & Gynaecology: 2026. DOI: https://doi.org/10.1111/1471-0528.70203
COSTA, Ana Cristina Oliveira et al. Efeitos da atividade física na dor lombar em mulheres na pós-menopausa: análise da repercussão do exercício físico na dor lombar e na funcionalidade de mulheres na pós-menopausa. Revista FT: 2026. DOI: https://doi.org/10.69849/94m8s471
DŁUGOSZ-BOS, Małgorzata et al. Effect of Three Months Pilates Training on Balance and Fall Risk in Older Women. International Journal of Environmental Research and Public Health:, 2021. DOI: https://doi.org/10.3390/ijerph18073663
GARCÍA-GARRO, Patricia Alexandra et al. Effectiveness of A Pilates Training Program on Cognitive and Functional Abilities in Postmenopausal Women. International Journal of Environmental Research and Public Health: 2020.DOI: https://doi.org/10.3390/ijerph17103580
KOCAMER, Merve Yiğit et al. Investigating the effects of Pilates exercises on menopausal symptoms and sexual dysfunction in postmenopausal women. Wolters Kluwer Health, 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.1097/MD.0000000000042689
LIM, Kiyoung et al. Effects of 8-week prop Pilates or apparatus Pilates on body composition, blood pressure, mechanical properties of core muscles, mental health, and physical fitness in postmenopausal women. Physical Activity and Nutrition:2026. DOI: https://doi.org/10.20463/pan.2026.0005
OLIVEIRA, Lais Campos et al. Comparação entre duas modalidades terapêuticas sobre o equilíbrio postural e medo de quedas em mulheres na pós-menopausa: um ensaio clínico randomizado e controlado. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol, 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/198122562020023.200233
RAVINDRAN, Aiswarya K et al. Effectiveness of Aerobic Exercise Versus Pilates in Postmenopausal Women with Non-Specific Chronic Low Back Pain. Indian Journal of Physiotherapy and Occupational Therapy: 2022. DOI: https://doi.org/10.1186/s12891-019-2642-9.
Acadêmica do curso de Fisioterapia no Centro Universitário IBMR - Rio de Janeiro. ↑
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