Resumo
A comunicação institucional constitui instrumento relevante para a divulgação das ações e das informações de interesse público produzidas pelos órgãos de segurança pública. No âmbito da Polícia Militar do Paraná, a elaboração de peças gráficas é frequentemente realizada por policiais militares sem formação específica em design, o que pode comprometer a clareza, a legibilidade e a padronização visual das publicações. Diante desse cenário, o presente trabalho tem como objetivo desenvolver e apresentar um manual técnico de produção de peças gráficas para comunicação institucional, fundamentado na utilização da versão gratuita da plataforma Canva, o qual constitui o produto desta pesquisa e integra o artigo como apêndice. Trata-se de pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, desenvolvida na modalidade de relato de produção técnica. O manual foi estruturado em 31 etapas sequenciais, ilustradas por capturas de tela, que abrangem o acesso à plataforma por meio de conta institucional, a configuração do formato da arte, a inserção e o tratamento de fotografias, a aplicação do símbolo institucional, a organização tipográfica, o estabelecimento de hierarquia visual, o uso de cores e gradientes, a revisão da composição e a exportação do arquivo final. Como resultado, obteve-se um material didático, apresentado integralmente no Apêndice A, que orientou a produção de uma peça comemorativa alusiva aos 172 anos da corporação e sua replicação em uma segunda composição, com variação cromática e fotográfica. Conclui-se que o manual pode contribuir para a autonomia dos profissionais envolvidos, para a padronização dos procedimentos e para a qualidade visual da comunicação institucional, desde que observadas as normas oficiais de identidade visual da instituição.
Palavras-chave: Comunicação institucional; Design gráfico; Canva; Hierarquia visual; Polícia Militar do Paraná; Ciências Sociais Aplicadas.
Abstract
Institutional communication is a relevant instrument for disseminating the actions and public-interest information produced by public security agencies. Within the Military Police of Paraná, graphic pieces are often produced by police officers with no specific training in design, which may compromise the clarity, legibility and visual standardization of publications. In this context, this paper aims to develop and present a technical manual for producing graphic pieces for institutional communication, based on the free version of the Canva platform, which is the product of this research and is included as an appendix. This is an applied study with a qualitative and descriptive approach, presented as a report of technical production. The manual was organized into 31 sequential steps, illustrated with screenshots, covering access to the platform through an institutional account, configuration of the artwork format, insertion and treatment of photographs, application of the institutional symbol, typographic organization, establishment of visual hierarchy, use of colors and gradients, review of the composition and export of the final file. As a result, a didactic material was obtained, presented in full in Appendix A, that guided the production of a commemorative piece celebrating the 172nd anniversary of the corporation and its replication in a second composition with chromatic and photographic variation. It is concluded that the manual may contribute to the autonomy of the professionals involved, to the standardization of procedures and to the visual quality of institutional communication, provided that the official visual identity guidelines of the institution are observed.
Keywords: Institutional communication; Graphic design; Canva; Visual hierarchy; Military Police of Paraná; Applied Social Sciences.
1 Introdução
A comunicação desenvolvida pelos órgãos públicos ocupa posição central na relação entre o Estado e a sociedade. A Constituição Federal estabelece que a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deve possuir caráter educativo, informativo ou de orientação social (Brasil, 1988). Nesse sentido, a comunicação pública não se limita à divulgação de realizações, mas envolve o compromisso de tornar a informação acessível e compreensível ao cidadão, colocando o interesse público no centro do processo comunicativo (Duarte, 2012).
Nas organizações de segurança pública, a comunicação institucional desempenha papel importante na divulgação de atividades, campanhas preventivas, datas comemorativas e informações de utilidade pública. No caso da Polícia Militar do Paraná (PMPR), a crescente presença institucional nas redes sociais ampliou a demanda por peças gráficas produzidas com regularidade e agilidade. Essas peças exigem atenção à clareza da mensagem, à organização das informações, à legibilidade dos textos e à adequada utilização dos elementos visuais e institucionais.
Entretanto, a produção dessas peças é frequentemente atribuída a policiais militares que, embora atuem ou venham a atuar em atividades de comunicação, nem sempre possuem formação ou experiência prévia em design gráfico. Essa condição pode resultar em composições visualmente desorganizadas, com baixa legibilidade, uso inconsistente de cores e tipografias e aplicação inadequada dos símbolos institucionais, fatores que fragilizam a identidade visual da corporação e a eficácia da mensagem.
Paralelamente, a difusão de plataformas de design on-line, como o Canva, tornou mais acessível a produção gráfica por usuários não especialistas, ao reunir em uma única interface recursos de edição de imagens, textos, cores e exportação de arquivos (Canva, 2026). Contudo, a facilidade de acesso à ferramenta não assegura, por si só, a qualidade das composições, sendo necessário orientar seu uso a partir de princípios de design e das diretrizes institucionais aplicáveis.
Diante desse contexto, emerge o seguinte problema: de que forma é possível orientar policiais militares sem formação em design na produção de peças gráficas institucionais claras, legíveis e padronizadas, utilizando recursos gratuitos? Para responder a essa questão, o presente artigo tem como objetivo desenvolver e apresentar um manual técnico de produção de peças gráficas para comunicação institucional, a partir da versão gratuita da plataforma Canva, descrevendo seu processo de elaboração, sua estrutura, os fundamentos que orientaram as etapas propostas e os resultados obtidos em sua aplicação. O manual constitui o produto técnico desta pesquisa e é apresentado integralmente no Apêndice A.
2 Revisão da Literatura
2.1 Comunicação pública e comunicação institucional
A comunicação pública pode ser compreendida como o conjunto de processos de informação e de interação entre o Estado, o governo e a sociedade, orientado pelo interesse coletivo. Duarte (2012) destaca que, nessa perspectiva, o cidadão deve ser considerado não apenas destinatário das mensagens, mas sujeito do direito à informação, o que impõe às instituições o dever de comunicar de maneira clara, acessível e transparente.
A comunicação institucional, por sua vez, refere-se aos esforços da organização para construir e consolidar sua imagem e sua identidade perante a sociedade. Segundo Kunsch (2003), essa modalidade de comunicação é responsável por evidenciar a missão, os valores e a personalidade da organização, contribuindo para a formação de uma imagem pública positiva e coerente. No contexto policial, a comunicação institucional também favorece a aproximação com a comunidade e o fortalecimento da confiança na instituição.
Ao articular essas perspectivas, compreende-se que as peças gráficas institucionais devem atender simultaneamente a dois requisitos: transmitir informações de interesse público de forma compreensível e preservar a identidade visual da organização. Ambos dependem, em grande medida, de escolhas de composição visual.
2.2 Princípios de design gráfico aplicados à comunicação
Dondis (2007) sustenta que a linguagem visual possui uma sintaxe própria, composta por elementos básicos, como ponto, linha, forma, tom, cor, textura, escala e dimensão, cuja organização determina o modo como a mensagem é percebida. Para a autora, o alfabetismo visual permite compreender e produzir mensagens visuais de forma intencional, e não apenas intuitiva, o que reforça a importância de orientar produtores não especialistas.
Williams (2013), em obra voltada a pessoas sem formação em design, sistematiza quatro princípios fundamentais para a organização de composições: proximidade, alinhamento, repetição e contraste. A proximidade agrupa informações relacionadas; o alinhamento estabelece conexões visuais entre os elementos; a repetição confere unidade e consistência; e o contraste cria diferenciação e destaque, conduzindo o olhar do leitor para as informações mais relevantes.
No campo tipográfico, Lupton (2013) evidencia que tamanho, peso, espaçamento entre letras e entre linhas constituem recursos para estabelecer hierarquia e ritmo de leitura, e que a escolha das fontes deve considerar a legibilidade e o contexto de uso. Esses aspectos tornam-se ainda mais relevantes em peças destinadas a telas de smartphones, nas quais o espaço é reduzido e o tempo de atenção do leitor é limitado.
Por fim, Wheeler (2012) ressalta que a consistência na aplicação dos elementos de identidade visual, como símbolos, cores e tipografia, é condição para o reconhecimento e o fortalecimento de uma marca. Para instituições públicas, essa consistência contribui para a credibilidade das informações e para a identificação imediata da origem da mensagem.
2.3 Ferramentas digitais de design e produção por não especialistas
As plataformas de design baseadas em navegador ampliaram o acesso à produção gráfica, ao dispensar a instalação de softwares e oferecer modelos, elementos gráficos e recursos de edição simplificados. O Canva insere-se nesse contexto, disponibilizando uma versão gratuita com funcionalidades suficientes para a criação de peças destinadas a redes sociais e outros meios digitais, além de recursos pagos identificados como Premium (Canva, 2026).
A acessibilidade dessas ferramentas, entretanto, apresenta um risco: a produção de peças que, apesar de tecnicamente viáveis, não observam princípios de composição nem diretrizes institucionais. Assim, materiais instrucionais que combinem orientações operacionais sobre a ferramenta com fundamentos de design podem contribuir para que a autonomia do usuário seja acompanhada de qualidade e padronização.
3 Metodologia
Quanto à natureza, trata-se de pesquisa aplicada, uma vez que se destina à geração de conhecimento voltado à solução de um problema prático e específico; quanto aos objetivos, classifica-se como descritiva; e quanto à abordagem, como qualitativa (Gil, 2017). O trabalho é apresentado na modalidade de relato de produção técnica, descrevendo o processo de elaboração de um manual instrucional e os resultados de sua aplicação.
O produto técnico resultante desta pesquisa é o Manual de Produção de Peças Gráficas para Comunicação Institucional (Apêndice A), elaborado pelo autor em 2026 e destinado a policiais militares que atuam ou venham a atuar em atividades de comunicação institucional na PMPR, inclusive aqueles sem experiência prévia com ferramentas de design.
O desenvolvimento do manual seguiu as seguintes fases: (a) definição do público-alvo e do escopo do material; (b) seleção da plataforma Canva, com a premissa de priorizar exclusivamente recursos disponíveis em sua versão gratuita; (c) definição de um exercício-modelo, consistente na produção de uma peça comemorativa alusiva aos 172 anos da PMPR, no formato de 1080 por 1350 pixels, proporção adequada a publicações em redes sociais; (d) execução do exercício na plataforma, com registro das etapas por meio de capturas de tela; (e) redação das instruções; e (f) verificação da replicabilidade do procedimento por meio de uma segunda composição.
Para a redação, adotou-se um padrão uniforme para cada etapa, composto por título no infinitivo, breve contextualização, procedimento em passos numerados, figura ilustrativa com legenda e fonte e, quando pertinente, notas de “Atenção” e “Dica”, destinadas a alertar sobre erros frequentes ou a explicar o fundamento das escolhas propostas. A análise dos resultados foi conduzida de forma descritiva, relacionando as etapas do manual aos princípios discutidos na revisão da literatura.
4 Resultados e Discussão
4.1 Estrutura do manual
O manual desenvolvido nesta pesquisa (Apêndice A) resultou em um documento composto por introdução, 31 etapas sequenciais, uma seção específica sobre conteúdos Premium e 38 figuras elaboradas pelo autor. Para fins de análise, as etapas foram agrupadas em blocos temáticos, conforme apresentado no Quadro 1.
Quadro 1 – Organização das etapas do manual em blocos temáticos
Fonte: elaborado pelo autor (2026), com base no Apêndice A.
A organização sequencial atende ao perfil do público-alvo, pois parte de procedimentos operacionais elementares, como o acesso à plataforma, e avança gradualmente para decisões de composição que exigem maior julgamento visual. A recomendação de uso da conta institucional desde a criação do acesso reforça a vinculação das peças à instituição e favorece a continuidade do trabalho em caso de substituição dos profissionais responsáveis.
4.2 Configuração, tratamento de imagens e identidade institucional
Na configuração da área de trabalho, o manual orienta a adoção de dimensões personalizadas, o que permite reproduzir o mesmo procedimento em outros formatos apenas com a alteração das medidas. Também apresenta o uso do código hexadecimal para a definição de cores, exemplificado com as tonalidades amarelo-dourado (#FFB81C) e azul royal (#4169E1). Esse recurso dialoga com a noção de consistência discutida por Wheeler (2012), pois permite reproduzir com exatidão a mesma cor em diferentes peças. O manual ressalta, contudo, que as cores do exercício têm finalidade didática e que, havendo cores institucionais oficialmente definidas, devem ser utilizados seus respectivos códigos.
Quanto às fotografias, as orientações priorizam o redimensionamento pelas alças localizadas nos cantos da imagem, evitando deformações, e apresentam o ajuste de transparência como recurso opcional para integrar a fotografia ao fundo. No exercício, a aplicação de 26% de transparência permitiu que a imagem funcionasse como plano de fundo sem perder completamente sua identificação. A inserção do brasão da PMPR seguiu o mesmo cuidado com as proporções, acompanhada da orientação de que seu tamanho deve garantir o reconhecimento sem competir com a informação principal, o que remete ao equilíbrio entre elementos defendido por Dondis (2007).
4.3 Tipografia, hierarquia visual e contraste
As etapas relativas aos textos concentram os fundamentos de design de maior impacto na legibilidade da peça. O manual orienta a utilização de poucas famílias tipográficas, aplicadas de forma consistente, e alerta que a escolha da fonte não deve se basear apenas na aparência, mas considerar a legibilidade, o tamanho do texto, o contraste com o fundo, a quantidade de informação, a hierarquia entre os textos e a coerência com a identidade visual da instituição, critérios convergentes com Lupton (2013).
No exercício, a hierarquia foi construída em três níveis: a chamada “PARABÉNS PMPR!”, com tamanho reduzido e espaçamento ampliado entre os caracteres; a informação principal “172 ANOS”, com o maior destaque visual da composição; e a assinatura institucional
“Polícia Militar do Paraná, nós fazemos a diferença”, em tamanho reduzido e com espaçamento entre letras. Essa estrutura materializa o princípio do contraste proposto por Williams (2013), ao diferenciar claramente os níveis de importância e conduzir o olhar do leitor da informação principal às complementares. O resultado final da composição é apresentado na Figura 1.
Figura 1 – Peça gráfica comemorativa produzida no exercício-modelo do manual
Fonte: elaborado pelo autor (2026), Apêndice A.
A definição da cor dos textos e a aplicação opcional de gradiente sobre a fotografia complementam a construção do contraste. O gradiente escurecido na parte superior e inferior da peça ampliou a legibilidade dos textos em branco sem ocultar a fotografia. Nessa etapa, o manual inclui uma seção específica sobre conteúdos Premium, identificados na plataforma pelo ícone de coroa, recomendando a priorização de alternativas gratuitas. Essa orientação é relevante para a aplicabilidade do material no serviço público, pois evita que a execução das etapas dependa de assinaturas pagas.
4.4 Revisão, exportação e replicação da metodologia
As etapas finais propõem uma revisão sistemática antes da exportação, contemplando ortografia, hierarquia, alinhamento, espaçamento, proporção do brasão, identificação da fotografia, efeito do gradiente sobre a leitura, distância dos elementos em relação às bordas e equilíbrio geral da composição. Em seguida, orienta-se a exportação nos formatos PNG ou JPEG, adequados à maioria das publicações em redes sociais, e a verificação do arquivo baixado, uma vez que pequenos problemas de corte, posicionamento ou qualidade podem ser percebidos somente após a exportação.
Para verificar a replicabilidade do procedimento, a mesma metodologia foi aplicada a uma segunda composição, com fotografia de viatura policial e predominância de tons amarelos, mantendo-se a estrutura tipográfica e a posição do símbolo institucional, conforme a Figura 2.
Figura 2 – Segunda aplicação da metodologia, com variação cromática e fotográfica
Fonte: elaborado pelo autor (2026), Apêndice A.
A comparação entre as Figuras 1 e 2 evidencia que a metodologia não se restringe a uma composição específica: a alteração da fotografia e da paleta cromática preservou a hierarquia visual, a legibilidade e a identificação institucional, o que corresponde ao princípio da repetição como fator de unidade descrito por Williams (2013). Desse modo, o manual pode servir de base para a criação de séries de peças com identidade visual coerente.
Como limitações, registra-se que o manual ainda não foi submetido a uma avaliação sistemática junto aos usuários, o que permitiria mensurar seu impacto na autonomia e na qualidade das peças produzidas. Além disso, por se tratar de ferramenta em constante atualização, a interface do Canva pode sofrer alterações que exijam a revisão periódica das capturas de tela e das instruções. Ressalta-se, ainda, que os elementos utilizados no exercício possuem finalidade didática, devendo a produção de peças oficiais observar as orientações de identidade visual da PMPR, incluindo os arquivos autorizados dos símbolos e as cores institucionais.
5 Considerações Finais
Este artigo apresentou o desenvolvimento de um manual técnico de produção de peças gráficas para comunicação institucional na Polícia Militar do Paraná, fundamentado na versão gratuita da plataforma Canva, apresentado integralmente no Apêndice A como produto desta pesquisa. O objetivo proposto foi alcançado com a elaboração do material e a descrição de sua estrutura, os fundamentos que orientaram suas etapas e os resultados obtidos em sua aplicação.
Verificou-se que a elaboração de uma peça gráfica institucional envolve mais do que o domínio de ferramentas de edição: requer a organização das informações, o estabelecimento de hierarquia visual, a seleção adequada de imagens, cores e tipografias e a distribuição equilibrada dos elementos. Ao integrar instruções operacionais a esses princípios, o manual mostrou-se capaz de orientar a produção de peças claras e legíveis, como demonstrado na composição comemorativa dos 172 anos da corporação e em sua replicação.
Conclui-se que o material pode contribuir para a autonomia dos profissionais envolvidos, para a padronização dos procedimentos e para a qualidade visual da comunicação institucional, devendo ser utilizado como orientação adaptável à finalidade, ao conteúdo e às características de cada publicação. Como desdobramentos, recomenda-se a validação do manual junto aos policiais militares que atuam na área de comunicação, sua atualização periódica em função das mudanças da plataforma e sua integração às normas oficiais de identidade visual da instituição.
Referências
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Disponível em:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 1 nov. 2026.
CANVA. Canva: plataforma de design on-line. [S. l.]: Canva, 2026. Disponível em: https://www.canva.com. Acesso em: 1 nov. 2026.
DONDIS, Donis A. Sintaxe da linguagem visual. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
DUARTE, Jorge (org.). Comunicação pública: estado, mercado, sociedade e interesse público. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. 5. ed. São Paulo: Summus, 2003.
LUPTON, Ellen. Pensar com tipos: guia para designers, escritores, editores e estudantes. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cosac Naify, 2013.
WHEELER, Alina. Design de identidade da marca: guia essencial para toda a equipe de gestão de marcas. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
WILLIAMS, Robin. Design para quem não é designer: princípios de design e tipografia para iniciantes. 4. ed. São Paulo: Callis, 2013.
APÊNDICE A – Manual de produção de peças gráficas para comunicação institucional