Gestão de risco na minimização de incerteza na vigência da Covid-19: BCI, 2019–2020, Agência de Nampula
ISSN 1678-0817 Qualis/DOI Revista Científica de Alto Impacto.
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Palavras-chave

Gestão de risco
minimização
incerteza
vigilância

Como Citar

Cuna, C. A. M., & Sambo, A. (2026). Gestão de risco na minimização de incerteza na vigência da Covid-19: BCI, 2019–2020, Agência de Nampula. Revista Ft, 30(157), 01-19. https://doi.org/10.69849/hsrhfd14

Resumo

Esta pesquisa aborda sobre a gestão de riscos na minimização de incerteza na vigência do COVID-19, no BCI do ano de 2019 –2020. A pesquisa parte do pressuposto de que ambientes de crise económica ampliam vulnerabilidades organizacionais, exigindo estratégias estruturantes e integradas de identificação, monitorização e mitigação de riscos. Assim, a pesquisa teve como objectivo principal compreender de que forma as práticas de gestão de risco adoptadas pelo BCI contribuíram para a estabilidade financeira, continuidade operacional e fortalecimento da confiança dos stakeholders durante a pandemia. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa aplicada, de natureza qualitativa baseada em entrevistas semiestruturadas com gestores e análise documental de relatórios institucionais. A análise dos dados foi realizada por meio de análise de conteúdo, triangulação e comparação com a literatura científica. Os resultados indicam que o banco adoptou uma abordagem integrada de gestão de risco, envolvendo identificação e classificação de riscos de crédito, liquidez, mercado e operacional, implementação de políticas de mitigação, monitorização contínua e transformação digital dos processos. A digitalização e os sistemas preditivos permitiram maior rapidez na tomada de decisão, integração entre departamentos e detecção antecipada de problemas, contribuindo para a redução da inadimplência e preservação da liquidez e solvência institucional. Conclui-se que a gestão de risco do BCI contribuiu de forma decisiva para a minimização da incerteza durante o período analisado, evidenciando que a integração entre políticas institucionais, tecnologia e monitorização contínua constitui um factor determinante para a estabilidade financeira em contextos de crise.

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