[1]
S. L. Souza e G. Gonzales, “A aplicação do banco de horas como forma de compensação de jornada: eficácia, limites jurídicos e impactos decorrentes da reforma trabalhista”, Revft, vol. 30, nº 159, p. 01–10, jun. 2026, doi: 10.69849/7asbxk82.