Del trauma a la patología psicosomática: interfaces entre el psicoanálisis y la neurociencia en la codificación cerebral del dolor psíquico
DOI:
https://doi.org/10.69849/s7djhq87Palabras clave:
Simbolización, Trauma Psíquico, Neurociencia, Psicosomática, Escucha ClínicaResumen
Este artículo analiza las interfaces entre el psicoanálisis y la neurociencia en el estudio del dolor psíquico y su codificación cerebral, con énfasis en la conversión somática resultante del trauma emocional no simbolizado. A partir de una revisión bibliográfica integradora, se seleccionaron producciones científicas publicadas entre 2022 y 2025, extraídas de bases de datos académicas reconocidas. Los resultados indican que las experiencias traumáticas no elaboradas permanecen registradas en el sistema nervioso a través de patrones de hiperactividad en la amígdala, la ínsula y la corteza cingulada anterior. Estas evidencias sustentan la hipótesis de que la conversión psicossomática surge de fallas en la simbolización y en el procesamiento emocional. La interacción entre lenguaje, memoria y neuroplasticidad se muestra esencial para el abordaje clínico del sufrimiento psíquico expresado corporalmente. Se concluye que la integración entre la escucha psicoanalítica y los datos neurocientíficos amplía las estrategias terapéuticas e impulsa enfoques interdisciplinarios.
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