Algoritmos preditivos e prevenção do feminicídio: possibilidades e limites no sistema de justiça criminal

Autores/as

  • Eronildo Sousa Cruz Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.69849/xekz0k41

Palabras clave:

feminicídio, algoritmos preditivos, inteligência artificial, justiça criminal, prevenção

Resumen

O presente artigo analisa o uso de algoritmos preditivos no sistema de justiça criminal como instrumento de prevenção do feminicídio, à luz do Direito Penal, Processual Penal e dos Direitos Fundamentais. Parte-se da constatação empírica de crescimento dos índices de feminicídio no Brasil, evidenciando a necessidade de estratégias preventivas mais sofisticadas. Nesse contexto, examinam-se as potencialidades da inteligência artificial e do aprendizado de máquina na identificação de padrões de risco em situações de violência doméstica, bem como seus limites éticos, jurídicos e institucionais. Utiliza-se metodologia qualitativa, com revisão bibliográfica recente (2021–2026), análise normativa e diálogo interdisciplinar com a ciência de dados. Conclui-se que, embora os algoritmos preditivos representem ferramenta promissora para políticas públicas preventivas, sua utilização exige parâmetros rigorosos de transparência, controle democrático e respeito aos direitos fundamentais.

Referencias

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CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA. Relatórios sobre violência contra a mulher. 2025.

LIMA, V.; OLIVEIRA, J. 2024.

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Publicado

2026-03-24

Cómo citar

Cruz, E. S. (2026). Algoritmos preditivos e prevenção do feminicídio: possibilidades e limites no sistema de justiça criminal. Revista Ft, 30(156), 01-04. https://doi.org/10.69849/xekz0k41