Atención prenatal a mujeres indígenas embarazadas: barreras culturales y estrategias de enfermería para promover la salud materna.
DOI:
https://doi.org/10.69849/k24jcz14Palabras clave:
Salud indígena, Atención prenatal, Enfermería, Salud materna, Atención interculturalResumen
Objetivo: Analizar, mediante una revisión bibliográfica integradora, las barreras culturales que influyen en la atención prenatal de mujeres indígenas embarazadas y las estrategias de enfermería dirigidas a promover la salud materna, con énfasis en la atención intercultural. Método: Se realizó una revisión descriptiva integradora mediante una búsqueda en las bases de datos SciELO, LILACS y BDENF. Se incluyeron artículos publicados entre 2021 y 2025, disponibles en texto completo y en portugués, que abordaran las barreras culturales en la atención prenatal de mujeres indígenas embarazadas y/o las estrategias de enfermería en este contexto. Se excluyeron resúmenes, disertaciones, tesis, duplicados y estudios que no cumplieran con los criterios temáticos y temporales. El análisis de datos se realizó mediante la técnica de análisis de contenido de Bardin. Resultados: Se identificaron 285 estudios, de los cuales 161 fueron excluidos por ser resúmenes, disertaciones o tesis, 65 por no cumplir con el marco temporal y 49 por duplicación, lo que resultó en una muestra final de 10 artículos. Los hallazgos demuestran que las barreras culturales, asociadas a factores geográficos, socioeconómicos y estructurales, comprometen el acceso, la adherencia y la calidad de la atención prenatal. Destacan las dificultades de comunicación, la desconexión entre el conocimiento tradicional y el biomédico, y las deficiencias en la organización de los servicios de salud. Conclusión: Los aspectos culturales desempeñan un papel central en la experiencia gestacional de las mujeres indígenas, influyendo en las prácticas y decisiones relacionadas con la atención. La desconexión entre el modelo biomédico y el conocimiento tradicional constituye uno de los principales desafíos para la efectividad de la atención prenatal, lo que subraya la necesidad de incorporar la interculturalidad como eje estructurador de las prácticas de atención. Se resalta el papel estratégico de la enfermería como mediadora entre los diferentes sistemas de atención, promoviendo prácticas humanizadas y fortaleciendo el vínculo y la adherencia a la atención prenatal.
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