Parâmetros de força isocinética dos músculos extensores e flexores do joelho em idosas praticantes de treinamento multicomponente e de contrarresistência
DOI:
https://doi.org/10.69849/4yrkvh07Palavras-chave:
Envelhecimento, Força muscular, Avaliação isocinética, Exercício físicoResumo
Introdução: O envelhecimento está associado a declínios progressivos da força muscular, especialmente em membros inferiores, o que pode comprometer a funcionalidade e aumentar o risco de quedas em idosos. A prática regular de exercícios físicos, incluindo treinamentos multicomponentes e de contrarresistência, tem sido apontada como estratégia eficaz para atenuar esses efeitos. A avaliação da força muscular por meio da dinamometria isocinética permite a análise objetiva de parâmetros biomecânicos relevantes. Objetivo: Verificar os parâmetros de força isocinética dos músculos extensores e flexores do joelho de idosas praticantes de treinamento multicomponente associado ao treinamento de contrarresistência. Métodos: Estudo de campo, descritivo e transversal, realizado com 15 idosas fisicamente ativas, com idade média de 73,5 ± 7,1 anos. A força isocinética foi avaliada por meio de um dinamômetro isocinético Biodex System 3, considerando as variáveis pico de torque, trabalho total e relação agonista-antagonista, em ações musculares concêntricas dos extensores e flexores do joelho. Resultados: Os valores médios observados foram de 96,2 ± 20 Nm para o pico de torque de extensão, 52,2 ± 16,2 Nm para o pico de torque de flexão, 815,2 ± 180,4 J para o trabalho total de extensão, 463,3 ± 119,9 J para o trabalho total de flexão e 53,9 ± 12,1% para a relação agonista-antagonista. Conclusão: As idosas avaliadas apresentaram parâmetros de força isocinética compatíveis com a manutenção da função muscular, sugerindo efeitos positivos da prática regular de exercícios físicos sobre a força de membros inferiores nessa população.
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